SAT Fiscal: Quem deve aderir e como se preparar

O Calendário de adesão ao SAT Fiscal tem mudado muito nos últimos anos. Por este motivo resolvemos escrever este Post para esclarecer quaisquer dúvidas que você varejista pode ter a respeito. O que é o SAT Fiscal? O Sat Fiscal nada mais é do que um equipamento homologado pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo para cuidar da criptografia e transmissão das vendas realizadas em seu estabelecimento. Ele fica conectado a Internet, a sua impressora de cupom e ao software de gestão de vendas. Uma vez a venda feita o cupom é emitido e a venda é enviada ao SAT, que disponibiliza o arquivo da venda para que o sistema do SEFAZ pegue o mesmo. Depois, o equipamento recebe do SEFAZ a confirmação de que o cupom foi recebido e valida a transmissão. Na prática, o SAT funciona como um modem seguro conectado ao servidor da Secretaria da Fazenda. Quem deve utiliza-lo? Empresas que já possuem Impressoras Fiscais com mais de 05 anos de uso (ou da data da lacração). Estas, devem ser substituídas pelo SAT imediatamente; Varejistas que estão abrindo novas lojas ou novas empresas de varejo no estado de São Paulo, nos regimes Simples Nacional, Lucro Presumido ou Real; A partir de 01/01/17 para empresas que faturaram mais de R$ 81.000,00 em 2016; Postos de combustíveis de qualquer porte ou tamanho. Quais equipamentos devo comprar? Existem diversas marcas de SAT no mercado hoje. Podemos citar Dimep, Sweda, Elgin, Gertec, Bematech, Kryptus, Tanca, POS Tech, Nitere e outras. Entretanto, as mais comumemente utilizadas no mercado são Dimep e Sweda. Antes de comprar consulte o desenvolvedor do seu software para saber quais marcas já estão homologadas para evitar supresas. Além do SAT será necessário a compra de uma impressora não fiscal. Se você já tem uma ECF você pode adapta-la ao SAT enviando para o fabricante fazer uma modificação no equipamento. Entretanto, não sugerimos esta opção pois o serviço sai praticamente o preço de um equipamento novo. Dentre as impressoras não fiscais recomendamos a EPSON TMT20, disparado o equipamento mais vendido para uso em conjunto com o SAT. Comprado os equipamentos ainda há a necessidade de ativar o SAT. A ativação consiste em instalá-lo, testar a comunicação com o SEFAZ e fazer a configuração do certificado digital. Recomendamos a contratação de uma empresa especializada ou efetuar o serviço com o próprio revendedor que te vendeu o equipamento. Na Auticomp somos especialistas em automação para o varejo. Trabalhamos com as principais marcas de SAT e impressoras não fiscais do mercado. Faça uma cotação com a gente ou nos ligue. Teremos o maior prazer em atende-lo! Este Blog é uma iniciativa da Auticomp Automação
O que levar em consideração na hora de comprar suprimentos
Escolher a impressora de etiquetas de códigos de barras adequada para a sua operação é fundamental para garantir que o pedido do seu cliente será entregue no prazo correto. Isso porque uma impressora mal dimensionada vai acarretar em problemas dos mais diversos, como sobrecarga de trabalho, desgastes e alto custo de manutenção. Na hora de comprar não se esqueça de informar para o vendedor o volume aproximado de etiquetas emitidas por dia, o ambiente (se é quente, úmido, empoeirado, etc) e o nível de qualificação dos usuários que irão operar a máquina. Certamente você terá menos problemas a longo prazo. Ok, você escolheu a impressora adequada. Agora é hora de comprar o suprimento adequado. Etiquetas, ribbons, kits de limpeza… Todos estes itens são importantes e devem ser de qualidade. Sabe aquela estória de colocar combustível mais barato (e muitas vezes ruim) no carro e ter que ir mais vezes no mecânico? Pois é, com os suprimentos acontece a mesma coisa. Ribbons de baixa qualidade certamente trarão problemas para sua impressora. Além disso, uma etiqueta inadequada não vai aderir corretamente a embalagem e/ou rótulo do seu produto, ficará desgastado e pode até mesmo ser danificada durante armanezagem ou transporte. Para evitar estes problemas siga os passos abaixo: Tipo de embalagem: informe ao vendedor o tipo de embalagem onde a etiqueta será fixada. Embalagens de plástico, de metal ou de resina possuem aderências diferentes; O que tem dentro da embalagem: materiais químicos, líquidos corrosivos e outros estragam determinados tipos de etiqueta. Passar a informação correta do que irá dentro da embalagem evitará desgaste; Onde a embalagem ficará armazenada: se o produto ficar exposto ao sol, chuva ou ambientes críticos como uma câmara frigorífica a etiqueta a ser utilizada deverá considerar estes fatores. Não esqueça de explicar detalhadamente ao vendedor estes pontos; Tamanho da embalagem: o tamanho da embalagem também é importante para determinar o tamanho da etiqueta. Lembre-se: alguns tamanhos são conhecidos como padrão de mercado. Se o seu fugir disso o prazo de entrega e o custo de produção serão diferentes. Peça as etiquetas com, no mínimo, 45 dias de antecedência. E por último: uma vez identificado um bom fornecedor, só mude em último caso. Procure sempre equalizar o custo da etiqueta com seu fornecedor usual e não troque por diferenças muito pequenas de custo. O barato, neste caso, sairá muito caro. Esta Blog é uma iniciativa da Auticomp Automação
Scio – O Scanner Molecular de Bolso

Como trabalhamos há algum tempo atendendo o publico de varejo, um dia me deparei com uma senhora tentando descobrir o preço de uma laranja mostrando ao scanner do terminal de consulta em uma loja de supermercado. Achei aquilo engraçado e expliquei que o equipamento só seria capaz de ler os produtos que continham o código de barras. Naquela época nem imaginávamos que um dispositivo pudesse identificar um produto por meio de sua composição molecular. Assim que conheci o Scanner molecular Scio, me lembrei desse episódio e me peguei a pensar, não é que realmente um dispositivo eletrônico pode identificar um produto mesmo que ele não contenha um código de barras! O desenvolvimento e comercialização dos scanners moleculares portáteis abre um leque de possibilidades para diversas áreas do mercado mundial possibilitando identificar produtos em supermercados, aeroportos, fazendas e até aplicações médicas. Pode parecer coisa de filme futurista mas a tecnologia empregada neste scanner é conhecida como “espectroscopia infra-vermelha de curto alcance” que é a ciência que estuda a interação da luz com os materiais. Ela já é conhecida de alguns cientistas de grandes laboratórios, pois até pouco tempo esses Scanners só eram encontrados em grandes empresas por serem muito caros. Com a comercialização do Scio, pessoas comuns poderão fazer uso dessa tecnologia a um custo bem mais acessível. Imagine o seguinte: você pega uma fruta em suas mãos e com o scanner molecular pode verificar se a fruta esta madura o suficiente, quantas calorias ela possui ou até mesmo saber se ela esta doce ou azeda. Com o Scio você poderá analisar a composição molecular de alimentos, medicamentos, plantas, madeira, etc… legal não é? Mas como isso funciona? Quanto emitimos a luz sobre um determinado material, parte dessa luz é absorvida e outra parte é refletida , como a maioria de todo material tem a sua característica própria, ou seja, a impressão digital de suas moléculas; torna-se possível a identificação com boa precisão. O Scio tem um sensor óptico que analisa a luz refletida do material e assim é capaz de identificar a sua composição. Como o Scio funciona com a emissão de luz, ele pode apresentar alguma limitação para identificar materiais que refritam muita luz, isso pode ocorrer com metais e materiais cristalinos. O Scio conta com um software para celulares, quando ele faz a leitura do material o scanner envia essa informação para o celular que por sua vez, consulta um banco de dados localizado na nuvem e identifica o material em tempo real. Nada impede que você mesmo crie a sua própria base de dados para diferenciar os seus itens. A partir daqui, você pode colocar a sua criatividade para funcionar e definir as inúmeras aplicações para o scanner que pode mudar a sua maneira de viver e trabalhar. Veja um pouco mais no vídeo abaixo: https://www.youtube.com/watch?v=2C83tbuBmWY Este blog é uma iniciativa da Auticomp Automação.
Locação de coletor é muito mais do que pegar um equipamento “emprestado”

É muito comum gestores que, na hora de ampliar ou trocar seu parque de coletores, estuda a possibilidade fazer um contrato de locação ao invés de comprar os equipamentos. O que é importante o gestor ter em mente é que, se ele colocar no papel apenas o investimento nos equipamentos, certamente não será viável. Porém, locar um coletor ou um parque de coletores é muito mais do que simplesmente “empresta-los”. Vamos enumerar abaixo algumas características que uma empresa especialista em locação oferta junto com os equipamentos: Equipamentos para Back Up subsidiados: um bom contrato de locação deve incluir, sempre, um percentual de equipamentos para Back Up subsidiados. Empresas sérias ofertam entre 5% e 10% do parque subsidiado. Ex.: se o cliente locar 10 coletores recebe 1 de Back Up e assim sucessivamente. Esta prestação de serviços adicional é importante para, em caso de necessidade de manutenção de algum equipamento, ter um reserva para que sua operação não pare; Velocidade no conserto dos equipamentos: num contrato de locação bem feito, os consertos de equipamentos defeituosos ocorrem muito mais rápido do que se os mesmos fossem enviados para uma assistência técnica. Para se ter uma ideia, coletores de dados podem levar até 45 dias para serem consertados em um atendimento balcão convencional. Em um contrato de locação este tempo de conserto cai para sete dias em média; Abatimento de Impostos: as notas fiscais da locação de equipamentos podem ser abatidas do resultado da empresa contratante, gerando economia em impostos. Isso porque coletores de dados são utilizados diretamente nos processos das empresas e, por isso, são passíveis de lançamento para dedução de Imposto de Renda. A Auticomp é especialista em locação de equipamentos como coletores de dados, leitores e impressoras de código de barras e outros. Se você enxerga benefícios nesta modalidade mas ainda tem dúvidas como proceder, ligue para nós. Teremos muito prazer em esclarecer todas as suas dúvidas! Este Blog é uma iniciativa da Auticomp Automação.
Mini Terminais para PDV – Você conhece?

Nos últimos anos, diversas tecnologias para a automação dos PDVs começaram a aparecer. Se antes estávamos presos ao tradicional conjunto micro, monitor, teclado, leitor e Pin Pad, agora o varejista pode escolher entre diversas possibilidades. Considerando uma rápida linha do tempo tivemos, na sequência dos PDVs tradicionais os monitores Touch, depois os chamados Touch Computer (monitor touch com computador integrado) e agora começamos a ver os Mini PCs (ou Smart PCs). Estes equipamentos são pequenos, robustos e práticos, ideal para pequenos varejistas ou para redes de lojas que dispões de pouco espaço em seu ponto de venda, como quiosques, Food Trucks, carrinhos, etc. Dentre as opções disponíveis destacamos o Smart PC (foto abaixo): Este equipamento é interessante pois ele funciona com Windows e Android. O equipamento possui fonte externa, portas USB (para conexão de leitores, impressoras, pin pads, etc), porta HDMI (que pode ser utilizada para conexão de um monitor para o cliente por exemplo) e porta de rede, além de WiFi. É uma opção fantástica para quem tem pouco espaço ou não pode fazer o grande investimento em equipamentos. Com valor aproximado de R$ 1.700,00 o Smart PC tornou-se uma opção atrativa para todo tipo de cliente. Diversas empresas de software já homologaram seus produtos com o Smart PC, facilitando ainda mais sua opção pelo “micrinho”. Entendemos que, a médio longo prazo, equipamentos como o Smart PC serão bastante populares e os clientes terão a disposição modalidades de compra ou locação do mesmo. Imaginamos inclusive que o cenário ideal para o cliente seja a locação do Smart PC atrelado a um pacote de serviços que inclua a substituição do equipamento em poucas horas, em caso de defeitos. Está será uma grande quebra de paradigma no comportamento do varejista, que sempre teve atrelado a sua decisão de investimento o sentimento de posse, de compra dos equipamentos. A Auticomp comercializa o Smart PC e pode ajuda-lo a escolher a melhor opção para você e para sua empresa. Este Blog é uma iniciativa da Auticomp Automação
Conhecendo o Coletor de dados EDA50 da Honeywell

A honeywell está com uma linha de equipamentos muito interessante e dentre eles podemos destacar o EDA 50, esse equipamento apresenta um excelente custo/benefício pois possui configurações ótimas e características suficientes para atender a demanda dos principais ramos do mercado. O EDA 50 da Honeywell apresenta uma excelente experiencia aos usuários que precisam de agilidade e atualização de dados em tempo real. Ele foi projetado para atender a demanda do mercado em operações cotidianas a um custo que justifica em muito o seu investimento. Veja as características e benefícios do EDA 50: 1 – Custo/Beneficio Sem duvidas esse é um equipamento que apresenta custo bem mais acessíveis se comparados aos coletores de dados ja consagrados no mercado de automação. 2 – Designer Design moderno em um dispositivo touch-screen bastante amigável, ergonômico e de fácil manuseio. Oferece ao usuário a combinação perfeita de durabilidade, conforto, conveniência e portabilidade. 3 – Bateria O EDA 50 conta com uma bateria alta durabilidade de 4000 mAh, esse é um grande diferencial se comparados aos demais equipamentos disponíveis. Com essa capacidade o EDA 50 pode suportar um turno de até 12 horas. 4 – Sistema Android O sistema Android ja vem instalado no EDA 50 e essa uma vantagem para muitas empresas e especialmente para os desenvolvedores que podem criar diversas aplicações para automatizar suas operações. 5 – Agilidade O EDA 50 conta com um processador Qualcomm® SnapdragonTM 410 com CPU de 1.2 GHz quad-core, capaz de “rodar” muito bem a grade maioria das aplicações de mercado 6 – Tela Assim como ocorre com os smartphones, o EDA 50 conta com uma tela de 5 polegadas, o que torna a experiencia do usuário muito interessante podendo ser capaz de exibir uma gama muito maior de informações. O EDA 50 chega ao mercado para confirmar uma tendencia de mercado onde os coletores de dados estão ficando cada vez mais parecidos com os ja conhecidos smartphones. Essa tendencia pode representar inúmeros benefícios ao mercado de automação. Dentre esses benefícios podemos destacar a curva de aprendizado e acaba sendo menor uma vez que os operadores ja estão mais que acostumados com seus próprios celulares. Veja o Vídeo abaixo: A Auticomp Automação tem uma equipe pronta para lhe ajudar desde a aquisição até a implantação de coletores de dados de todas as marcas, entre em contato com o nosso departamento comercial, teremos prazer em atendê-los. Este Blog é uma iniciativa da Auticomp Automação
4 Dicas práticas para as Impressoras Zebra S4M

Todos nós sabemos que as impressoras Zebra são as mais usadas no mercado mundial, podemos encontra-las nos mais diversos ramos e seguimentos. Com muita frequência recebemos impressoras com diversos problemas e de diversos modelos em nosso centro de reparos. Hoje vamos destacar algumas dicas que podem lhe ajudar a resolver alguns problemas antes de enviar a sua Impressora S4M para uma assistência técnica. 1 – Retornar as configurações de Fabrica Para voltar as configurações de fabrica da impressora S4M voce deve seguir os passos abaixo: 1-Desligue a Impressora. 2-Segure os botões Feed e Pause. 3-Ligue a Impressora. 4-Aguarde até que a mensagem “Printer Ready” apareça. Pronto! A impressora já está com as configurações de fabrica. 2 – “Aviso Fita Install” ou “Warning Ribbon” Essa mensagem pode aparecer com certa frequência pois quando as impressoras zebra chegam em sua empresa elas estão configuradas com o padrão de fabrica, que é o modo de impressão “térmico direto”, ou seja, a impressora esta preparada para imprimir sem Ribbon. Vale a pena lembrar que para você imprimir sem Ribbon, deve usar etiquetas especiais e isso geralmente aumenta os custos com suprimentos, isso sem falar do maior desgaste que a cabeça de impressão deve sofrer. Como a grande maioria das empresas usam o Ribbon para reduzir custos, sugerimos que altere as configurações da impressora para “Transferência térmica” e a mensagem de alerta “Aviso Fita Install” ou “Warning Ribbon” deve desaparecer. Como fazer isso? Clique no menu iniciar\Dispositivos e Impressoras\ Clique com o botão direito no ícone correspondente a sua impressora Zebra Escolha a opção “Preferencias de Impressão\Configuração avançada” Feito isso é só salvar as configurações e reiniciar a impressora. A mensagem deve desaparecer do display. 3 – Head open (Cabeça aberta) Essa mensagem indica que o sensor identificou que a cabeça de impressão não está devidamente ajustada aos mecanismos de impressão. Nesse caso, devemos verificar os encaixes dos mecanismos e o sensor da cabeça. Esse é um caso em que geralmente o cliente prefere enviar o equipamento para ser analisado com maior critério em um laboratório devidamente preparado. 4 – Regulando temperatura Em muitos casos a cabeça de impressão está em bom estado e mesmo assim a impressão não sai tão escura quanto esperamos. Nesse caso o usuário pode fazer o ajuste da temperatura da cabeça, quanto mais escura for a impressão maior será o desgaste dessa peça então só use esse recurso se realmente precisar de impressões com uma maior definição. Como fazer? Clique no menu iniciar\Dispositivos e Impressoras\ Clique com o botão direito no ícone correspondente a sua impressora Zebra Escolha a opção “Preferencias de Impressão\Opções\Escuridão “Darkness” Você pode ir regulando a temperatura até que esteja conforme a sua necessidade. Esperamos que essas dicas tenham lhe ajudado, em breve teremos mais informações como essas em nosso blog. Este Blog é uma iniciativa da Auticomp Automação
Os Benefícios do Monitoramento de Dispositivos

A expansão no uso de coletores de dados, impressoras e leitores tem trazido excelentes benefícios aos processos das empresas em todo o mundo. É muito importante considerar que a aquisição de dispositivos, especialmente os móveis exige cuidados especiais e dentre eles está o monitoramento, principalmente quando temos um parque grande em nossa operação. Muitas empresas já possuem politicas maduras de controle de seus recursos de TI, utilizando-se de firewalls e ferramentas de gestão para seus computadores, redes e servidores, porém os dispositivos móveis também necessitam ser gerenciados. Quanto maior for a empresa, mais complexa será a gestão dos equipamentos. Hoje em dia não dá pra atender a demanda do mercado com processos manuais usando formulários, pois esses modelos já estão muito ultrapassados. Para se ter uma operação ágil é imprescindível a implementação de tecnologia para automatizar os processos e garantir maior assertividade na entrega de produtos e serviços. Com um mercado cada vez mais competitivo, tornou-se extremamente necessário que os processos de gestão sejam realizados automaticamente, com o uso de softwares inteligentes e modernos. Afinal, qualquer problema em um desses equipamentos pode afetar em muito a operação da sua empresa; causando prejuízos importantes que podem corroer os seus lucros e prejudicar a imagem da sua empresa diante dos seus clientes. Se considerarmos uma empresa com cerca de 100 coletores de dados em suas 20 filiais, podemos dizer que é praticamente impossível realizar o controle desses recursos sem a implementação de softwares especializados. Para ajudar a entender melhor a real necessidade de monitoramento , vamos tentar responder as abaixo: Você sabe onde estão os coletores de dados nesse momento? Qual a versão se software que está instalada em cada coletor? Quem é o operador que está fazendo uso desse equipamento? Qual o nível de autonomia da bateria? Quantas vezes esse coletor foi para conserto? Quanto em dinheiro eu já gastei com os reparos desse coletor de dados? Essa impressora está sendo usado no setor correto? Será que a quantidade de coletores é suficiente para a minha operação? Existem leitores que estão sendo subutilizados? Você consegue evitar que software de terceiros sejam instalados sem a sua autorização? Essas são perguntas muito frequentes em uma operação grande e em geral estamos falando de maquinas com um alto valor agregado então, é muito importante criar mecanismos para garantir que esses recursos estejam sendo usados adequadamente. Entretanto, esse é um cuidado que nem todas as empresas possuem e estas acabam pagando um alto preço pela falta de gestão de dispositivos. O principal objetivo da gestão de coletores de dados é garantir que a operação da sua empresa esteja funcionando ininterruptamente, com todos os equipamentos sempre disponíveis, atualizados e com a segurança necessária. Adicionalmente, podemos até identificar e solucionar um problema antes mesmo que ele cause um eventual dano em um ambiente crítico. Existem diversos softwares de monitoramento de coletores de dados no mercado de automação, dentre eles podemos destacar o Avalanche da Wavelink. Mas como funciona esse software? As organizações devem adquirir licenças de software e instalar em seus coletores, também será necessária a instalação de um “servidor” que deve concentrar os dados de configuração e controlar todos os dispositivos que estiverem conectados. Para entender melhor podemos comparar este cenário aos antigos e novos servidores de domínios Active Direct AD da Microsoft. Sendo possível realizar uma gestão muito detalhada dos coletores em pequenas, medias e grandes empresas. A Auticomp Automação tem uma equipe pronta para lhe ajudar desde a aquisição até a implantação de softwares de monitoramento, entre em contato com o nosso departamento comercial, teremos prazer em atendê-los. Este Blog é uma iniciativa da Auticomp Automação
Site Survey Wireless – Comece do jeito certo!

Você sabe o que fazer para garantir que a sua rede wireless tenha uma boa performance e alta disponibilidade de sinal? Você já ouviu falar em Site Survey? No Brasil muitas empresas enfrentam inúmeros problemas relacionados a falhas no sinal de sua rede sem fio (Wireless), isso ocorre principalmente pela falta de conhecimento dos profissionais responsáveis por manter a rede em operação. O Site Survey pode lhe ajudar a responder as questões abaixo: Qual o numero ideal de Acess Points para a sua rede wireless? Onde devo colocá-los? Onde estão as potenciais fontes de interferência? Qual a banda de trafego da rede wireless que conseguirei atingir? Qual a confiabilidade da minha rede wireless? Que mecanismos de segurança devo aplicar? Perceba que são questões que dificilmente poderão ser respondidas sem a realização de um Site Survey feito por um especialista com a ferramenta certa em sua rede, não é mesmo? Com muita frequência recebemos inúmeros relatos de que a rede de um determinado cliente apresenta problemas em “horários” específicos e por isso a análise e solução se torna muito mais difícil pois, pode envolver uma rotina muito específica e que geralmente só ocorre em uma determinada unidade/Loja. Existem vários fatores que podem interferir na transmissão dos sinais de rede wireless e por esse motivo é importante fazer o Site Survey antes mesmo de iniciar a instalação das antenas no ambiente da sua empresa, caso contrário você corre um grande risco de ter a operação da sua empresa prejudicada por falhas de sinal. O Site Survey consiste em simular um ambiente de uma rede wireless por meio de um software, ou seja, de posse da planta baixa do imóvel onde se pretende instalar uma rede sem fio, será possível determinar qual a quantidade de antenas, a distância entre elas e a frequência em que deve trabalhar. Também será necessário a visita de um especialista ao imóvel para que ele possa fazer a medição do sinal com equipamento adequado. No caso de uma empresa de logística ou uma transportadora é muito importante considerar o “material” que será armazenado no ambiente de trabalho pois determinados produtos podem “refletir” o sinal de rede causando “sombras” que podem prejudicar em muito o funcionamento da sua rede. Mesmo após fazer um Site Survey é possível que haja a necessidade de refazê-lo caso os produtos sejam realocados no ambiente onde a rede esta instalada. Após fazer o Site Survey o especialista deve entregar a documentação completa com todos os detalhes necessários para a instalação dos pontos de acesso bem como a definição do equipamento “Acess Point” que devem ser usado no projeto. Essa documentação irá possibilitar o desenvolvimento da sua infra-estrutura. A avaliação física realizada pelos especialistas em conjunto com a documentação deve complementar o projeto físico e lógico para determinar a melhor solução para a sua necessidade. Por esses motivos recomendamos fortemente que você faça o Site Survey em sua rede e evite que problemas como a falha de sinal prejudique todos os investimentos feitos no seu negócio. A Auticomp Automação tem uma equipe pronta para lhe ajudar desde a aquisição até a implantação de redes wireless, entre em contato com o nosso departamento comercial, teremos prazer em atendê-los. Este Blog é uma iniciativa da Auticomp Automação
Vale a pena compartilhar o SAT para mais de um PDV?

Desde que o SAT Fiscal se tornou obrigatório em 01/07/15, muitos varejistas fazem a pergunta título deste post. É compreensível, uma vez que comprar vários equipamentos e fazer investimento em infraestrutura de rede e energia não é barato. A dinâmica na verdade é simples: existe a possibilidade de você compartilhar, para mais de um PDV, um único equipamento SAT. Então se eu tenho três ou quatro caixas eu posso colocar um único SAT para cuidar das transmissões dos cupons? Sim, tecnicamente isso é possível e o SAT foi concebido levando isto em consideração, até como uma forma pensada pelo SEFAZ de viabilizar a adoção da tecnologia. Na teoria parece ser um grande negócio mais alguns pontos devem ser levados em consideração: Seu Software está homologado para isso? Nem todas as empresas de software homologaram seus PDVs para trabalhar desta maneira. Isso porque a fila de cupons que virão de vários PDVs simultaneamente deve ser organizada e gerenciada pelo software de PDV. Detalhe: algumas empresas de software que criaram esta funcionalidade cobram módulos adicionais para isso. Consulte antes de tomar a decisão a sua software house para não ter surpresas; Sua infraestrutura de rede é de qualidade? Quanto melhor seu roteador, maior a chance de não haver problemas. Roteadores de baixa qualidade perdem informações na troca de dados. Com isso, pode haver o risco do roteador não suportar a troca de informações e ocasionar em não transmissão de vendas feitas no PDV. Este é um problema difícil de ser mapeado, uma vez que em um primeiro momento parecerá muito mais um problema de Software do que de Hardware. Portanto, se você optar por compartilhar SAT, ter um bom roteador será imprescindível; Back up será fundamental: se com um SAT por PDV já recomendamos equipamentos de Back Up, na operação do SAT compartilhado ter Back Up é obrigatório. Imagine 5 PDVs “pendurados” em um único equipamento sem Back Up e este SAT queima. De uma hora para outra, sua loja ficará com 5 PDVs parados. Certeza de prejuízo e tempo perdido; Seus PDVs recebem grande volume de clientes? Drogarias e Postos de Combustíveis tem menos demanda de vendas por dia que um supermercado por exemplo. Quanto maior o fluxo de clientes no seu PDV, mais vulnerável uma solução com SAT compartilhado será. Para facilitar sua compreensão recomendados a seguinte reflexão: se o seu PDV precisa de impressoras mais parrudas, como EPSON TMT88, compartilhar um SAT pode ser ainda mais perigoso, principalmente se as respostas as perguntas acima não forem positivas. Penso que está claro para todos nossa opinião: compartilhar SAT não é recomendado. Colocando os investimentos acima na ponta do lápis será possível observar que o custo para preparação de infra será maior do que investir em um equipamento por PDV. E toda vez que esta ideia passar por sua cabeça lembre-se: o PDV é o local em que o cliente não tem tempo para ficar. É o momento em que ele quer ir embora. Dificultar ou criar problemas para ele neste momento pode significar a perda deste cliente. Existem economias mais inteligentes para se fazer em uma loja. Este Blog é uma iniciativa da Auticomp Automação.
