Como Definir o Sortimento de Produtos do Seu Mercado

Embora existam negócios de nicho muito bem-sucedidos, a definição do sortimento de produtos é um dos pilares mais importantes para o sucesso no varejo. Uma seleção estratégica e bem pensada no ponto de venda (PDV) tem o poder de atrair, converter e fidelizar clientes, gerando melhores resultados financeiros e operacionais para o negócio. A grande questão, no entanto, é: como escolher os produtos certos em meio a tantas opções disponíveis no mercado? Neste post, você vai conferir um passo a passo completo para montar um sortimento de produtos eficiente, considerando o perfil do seu público, o posicionamento da sua loja e as tendências do setor varejista. O que é sortimento no varejo? O sortimento no varejo refere-se ao conjunto de produtos ofertados em um ponto de venda, levando em conta o espaço físico disponível, o perfil da loja e, principalmente, as preferências do consumidor. Mais do que variedade por si só, o sortimento deve ser pensado de forma estratégica. Afinal, oferecer muitas opções pode confundir o cliente e elevar os custos com estoque, enquanto uma seleção limitada pode não atender à demanda do público. Portanto, o sortimento ideal é aquele que equilibra variedade, profundidade e relevância, otimizando a experiência de compra e os resultados do negócio. Passo a passo para definir o sortimento ideal 1. Analise o público-alvo Tudo começa com um bom entendimento de quem é o seu cliente. Analise dados de comportamento, histórico de compras, itens mais buscados, ticket médio e frequência de visita à loja. Essas informações ajudam a identificar quais produtos têm maior potencial de aceitação e quais não fazem sentido manter no PDV. 2. Compreenda o perfil da loja Sua loja é popular, premium, especializada ou generalista? O posicionamento influencia diretamente no tipo de sortimento. Por exemplo, uma loja com proposta de baixo custo precisa trabalhar com produtos de giro rápido e preço acessível, enquanto uma loja premium pode apostar em itens exclusivos e de maior valor agregado. 3. Avalie o estoque atual Realize um inventário detalhado para entender quais itens estão parados, quais têm alta rotatividade e quais geram mais margem de lucro. Ferramentas como a matriz BCG podem ser úteis aqui, ajudando a classificar os produtos com base em desempenho de vendas e crescimento de mercado. 4. Equilibre variedade e profundidade Por exemplo, um supermercado trabalha com grande variedade (alimentos, bebidas, higiene, limpeza), enquanto uma loja especializada em vinhos foca na profundidade (vários rótulos de uma única categoria). Encontrar o equilíbrio entre os dois conceitos é essencial para otimizar espaço e atender o perfil do cliente com eficiência. 5. Defina o sortimento com base em dados Com base nas informações coletadas, faça a seleção de produtos considerando: Ferramentas como o gerenciamento por categoria também podem ajudar a estruturar o sortimento como uma estratégia conjunta entre varejista e fornecedor. 6. Monitore o mercado e a concorrência Acompanhar as movimentações do setor é crucial para manter a competitividade. Observe o que os concorrentes estão oferecendo, identifique novas demandas do consumidor e antecipe-se às tendências. Benchmarking constante é uma boa prática para ajustar o sortimento de forma dinâmica. 7. Reavalie periodicamente O sortimento não é estático. Ele deve ser revisto com frequência para se adaptar a mudanças de comportamento do consumidor, sazonalidades, crises econômicas ou novas oportunidades de mercado. Estar atento ao cenário e agir de forma ágil pode representar uma grande vantagem competitiva. Para saber mais: A definição do sortimento de produtos é um processo que exige análise, estratégia e adaptação contínua. Com as etapas certas e o uso inteligente de dados, é possível criar uma oferta que realmente atenda às necessidades do cliente e potencialize os resultados do seu negócio. Não se trata apenas de escolher o que vender, mas sim de oferecer o que faz sentido para o público e para a identidade da sua loja. Eae, gostou do post? Quer ter acesso a mais conteúdos como esse? Acesse também nosso canal no YouTube! Veja também outros artigos em nosso Blog: https://www.auticomp.com.br/blog Siga a Auticomp no LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/auticomp-automa%C3%A7%C3%A3o Este Blog é uma iniciativa da Auticomp Automação.
Checklist para Supermercados: Como Organizar Rotinas e Aumentar a Eficiência no Varejo

A rotina de um varejo é intensa, com múltiplas atividades a serem cumpridas para garantir o bom funcionamento das lojas. Para que nada saia do controle, o checklist para supermercados é uma ferramenta indispensável! Além dissoA rotina de um supermercado é repleta de atividades essenciais que precisam ser cumpridas diariamente para garantir o bom funcionamento da loja. Com tantos detalhes, é fundamental contar com ferramentas que ajudem a manter o controle das operações. É aí que entra o checklist para supermercados, uma solução prática que padroniza processos, reduz falhas e melhora a eficiência da gestão. O que é um Checklist para Supermercados no varejo? O checklist operacional de supermercado é uma lista de verificação com todas as atividades que precisam ser executadas em um processo específico — desde a abertura da loja até o controle de validade de produtos. Ele ajuda os gestores a manterem o padrão das operações e assegura que cada tarefa seja cumprida com qualidade e no tempo correto. Esses checklists podem ser aplicados em diversos formatos: O mais importante é que os campos sejam preenchidos corretamente e com informações confiáveis, garantindo a rastreabilidade das ações. Benefícios do checklist no dia a dia da loja Padronização de processos Ao seguir uma rotina documentada por meio de checklists, a loja mantém a consistência na execução das tarefas e facilita a supervisão por parte da gestão. Redução de riscos e perdas Checklists ajudam a garantir o controle de qualidade dos produtos, evitando falhas que podem comprometer a experiência do cliente, gerar desperdícios e afetar a rentabilidade. Gestão facilitada Com base nas informações coletadas, os gestores podem identificar gargalos, revisar processos, planejar treinamentos e tomar decisões com mais segurança. Otimização do treinamento Novos colaboradores conseguem se adaptar mais rapidamente às funções quando têm acesso a um guia prático com todas as etapas da rotina. Apoio à automação A utilização de checklists digitais oferece mais agilidade nas auditorias e permite a coleta de dados em tempo real, facilitando a integração com sistemas de gestão e a geração de relatórios. O que um Checklist para Supermercados deve conter? Embora os detalhes possam variar conforme o tipo e o porte do supermercado, alguns campos são indispensáveis: Tipos de Checklist para Supermercados mais utilizados em supermercados A seguir, os principais modelos que podem ser aplicados em diferentes áreas: Abertura de loja Verificação de uniformes, limpeza, equipamentos, comunicação visual e funcionamento geral. Frente de caixa Checagem de troco, bobinas, divulgação de promoções e apresentação dos operadores. Recebimento de mercadorias Conferência de notas fiscais, aparência, validade, integridade das embalagens e temperatura dos produtos. Açougue, peixaria e padaria Higiene, uso de EPIs, funcionamento de equipamentos e controle de manipulação de alimentos. Hortifrúti Verificação de aparência, organização, exposição, rastreabilidade e controle de perdas. Produtos refrigerados Temperatura dos equipamentos, organização e validade dos itens em prateleira. Limpeza e manutenção Checklist diário para garantir a organização e a identificação de reparos ou falhas estruturais. Como aplicar os checklists na prática? Você pode implementar os checklists de forma manual, com documentos impressos, ou optar pela digitalização com soluções especializadas, como o sistema CLICQ. Ao digitalizar, você ganha: A automação das verificações é especialmente útil em redes com várias unidades, onde o controle descentralizado pode gerar inconsistências operacionais. Aplique agora um checklist eficiente no seu supermercado A adoção de checklists operacionais no varejo melhora a qualidade das entregas, reduz falhas e facilita a gestão diária. Seja na operação de loja, na recepção de mercadorias ou no atendimento ao cliente, contar com processos bem documentados e acompanhados é o caminho para uma loja mais produtiva, organizada e lucrativa. Saiba mais: Veja também outros artigos em nosso Blog: https://www.auticomp.com.br/blog/ Siga a Auticomp no LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/auticomp-automa%C3%A7%C3%A3o Este Blog é uma iniciativa da Auticomp Automação.
Como Melhorar Seu Setor de Vinhos no Varejo

A procura e consumo de vinhos cresceu muito nos últimos anos. Devido a expansão, fica evidente a necessidade de investir em uma boa exposição dessa categoria no seu supermercado, para que você seja a escolha do seu cliente no momento em que ele pense em comprar vinhos – Sobre Setor de Vinhos: “Brasileiros compraram 430 milhões de litros de vinho em 2020, o que representa um avanço de 18,4% sobre o ano anterior e o maior volume desde 2000, segundo o relatório divulgado pela Diretoria de Agronegócio do Itaú BBA“ Diante desse cenário, é essencial que supermercados e varejistas invistam na exposição adequada dessa categoria, visando atrair e fidelizar clientes. A seguir, apresentamos estratégias para otimizar a apresentação de vinhos importados e nacionais em seu estabelecimento. Vinhos importados: Destaque para a diversidade A venda de vinhos importados está crescendo significativamente no Brasil. Isso se deve ao fato de que os brasileiros estão cada vez mais interessados em experimentar novos sabores e aromas, além de buscarem qualidade superior. Os vinhos importados oferecem justamente isso: uma experiência única para o paladar. Setor de Vinhos – Organize os rótulos por região de origem, facilitando a identificação por parte dos clientes. Dê destaque a vinhos europeus, africanos e americanos, posicionando-os em locais de maior visibilidade, já que possuem menor sortimento. Posicione vinhos argentinos e uruguaios, que lideram as vendas, em áreas de fácil acesso, mas sem ofuscar os demais. Vinhos nacionais: Valorizando a produção local Os vinhos nacionais têm conquistado os consumidores, graças à melhoria na qualidade e variedade. Para otimizar sua exposição: Coloque as uvas mais nobres ao centro, no ponto de alcance ideal para os clientes. Separe os vinhos por vinícola na vertical e por tipo de uva na horizontal, facilitando a escolha. Inicie a disposição com marcas líderes, seguidas pelas intermediárias e, por fim, as de menor valor agregado. Cross merchandising: Aumentando as vendas com acessórios A venda de vinhos está cada vez mais ligada ao cross merchandising. Isso significa que, além disso, outros produtos são oferecidos para os clientes, como acessórios e utensílios para o consumo do vinho. Essa estratégia é utilizada para aumentar as vendas e fidelizar os clientes. Com o cross merchandising, as lojas conseguem oferecer um leque de produtos mais amplo para os seus clientes, aumentando assim as chances de fechamento de negócio. Exponha acessórios como saca-rolhas, taças e decantadores próximos aos vinhos, incentivando compras por impulso. Utilize displays temáticos para criar uma ambientação que remeta ao consumo da bebida. Organização e Apresentação: Chaves para o Sucesso Um setor de vinhos bem estruturado transmite profissionalismo e convida o cliente à exploração: Marketing visual e digital: fortalecendo a presença da seção de vinhos Além da organização física do setor, é fundamental investir em ações de marketing visual e digital para atrair o público. No ponto de venda, utilize materiais de comunicação visual como, placas informativas e displays com dicas de harmonização para envolver o cliente e despertar o interesse pela compra. Já no digital, divulgue campanhas temáticas nas redes sociais — como “Vinhos para o inverno”, “Rótulos premiados” ou “Degustações exclusivas” — que direcionem o consumidor até a loja física. A otimização do setor de vinhos no varejo vai além da simples disposição de produtos; envolve estratégia, conhecimento do consumidor e atenção aos detalhes. Implementando as práticas acima, seu estabelecimento estará mais preparado para atender às expectativas dos clientes e se destacar no mercado. Veja também outros artigos em nosso Blog: https://www.auticomp.com.br/blog Siga a Auticomp no LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/auticomp-automa%C3%A7%C3%A3o Este Blog é uma iniciativa da Auticomp Automação.
Planograma – Como Aumentar Suas Vendas com Organização Estratégica de Gôndolas

Você sabia que a forma como os produtos são expostos nas gôndolas pode impactar diretamente suas vendas? No varejo alimentar, farmacêutico e de conveniência, a disposição estratégica dos itens é essencial para maximizar a visibilidade, facilitar o acesso e aumentar a conversão de compras. É exatamente isso que o planograma no varejo se propõe a fazer. Neste artigo, você vai entender o que é um planograma, quais critérios ele leva em conta, por que é uma ferramenta tão valiosa e como aplicá-lo corretamente para transformar resultados no ponto de venda. O que é um Planograma? O planograma é uma ferramenta de gestão visual utilizada para determinar como, onde e em que quantidade os produtos devem ser dispostos nas prateleiras de uma loja. Ele detalha a ocupação ideal do espaço nas gôndolas, considerando diversos fatores comerciais e comportamentais. Muito mais do que estética, o planograma é uma estratégia de merchandising que organiza os produtos de forma lógica e lucrativa. Ele pode ser representado por diagramas, gráficos ou até sistemas digitais integrados ao ERP ou sistema de gestão de estoque da loja. Por que usar? Adotar um planograma no seu supermercado, farmácia ou loja de conveniência traz diversas vantagens: Vamos entender agora quais critérios influenciam a construção de um planograma eficiente. Critérios para Montar um Planograma Eficaz 1. Margem de Lucro: os produtos mais rentáveis em destaque Produtos com maior margem de lucro devem estar em posições privilegiadas. Isso porque eles trazem o maior retorno financeiro por unidade vendida. Um bom planograma prioriza a visibilidade desses itens, colocando-os à altura dos olhos e em locais de grande circulação. 2. Volume de vendas (quantidade): os campeões de giro Itens que vendem em grande quantidade precisam estar facilmente acessíveis e bem posicionados para facilitar a reposição. Esses produtos são fundamentais para o giro rápido de estoque e costumam fidelizar o cliente. 3. Venda por faturamento (R$): maior contribuição financeira Alguns produtos não vendem em grandes quantidades, mas representam alto faturamento unitário. O planograma permite que esses itens sejam posicionados estrategicamente para maximizar seu impacto financeiro. 4. Lançamentos e novidades: produtos que precisam de destaque Produtos novos ou recém-lançados precisam de posições diferenciadas para gerar curiosidade e estimular a experimentação. O planograma deve prever espaços para novidades e campanhas promocionais, com flexibilidade para reposicionar itens conforme o desempenho. 5. Negociação de espaço com fornecedores (trade marketing) Muitas indústrias negociam espaço privilegiado nas gôndolas com os varejistas. Essas negociações influenciam diretamente o planograma, que precisa conciliar interesses comerciais com a experiência do consumidor e a lógica de layout da loja. 6. Fluxo de loja: como o cliente circula pelo espaço Um dos grandes diferenciais do planograma é organizar os produtos com base no trajeto natural dos clientes. Posicionar itens por comportamento de compra, categorias complementares e zonas de calor (áreas mais movimentadas) aumenta o ticket médio e promove vendas cruzadas. Comece a utilizar o planograma para vender mais O planograma no varejo é uma ferramenta estratégica e acessível que pode transformar a forma como seus produtos são percebidos e comprados. Mais do que organizar, ele orienta a experiência do consumidor dentro da sua loja e ajuda você a tomar decisões baseadas em dados e lógica comercial. Se você deseja impulsionar o desempenho da sua loja, reduzir rupturas e otimizar a exposição de produtos com inteligência, comece agora mesmo a aplicar o planograma de forma profissional. Saiba mais: Confira outros artigos de nosso Blog: https://www.auticomp.com.br/blog Siga a Auticomp no LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/auticomp-automa%C3%A7%C3%A3o Este Blog é uma iniciativa da Auticomp Automação.
A Falta de Padrão nas Operações e Como Evitá-la

A falta de padrão nas operações é um dos grandes vilões da gestão no varejo. Ela pode causar falhas no atendimento, retrabalho, aumento de custos e perda de credibilidade com o cliente. Quando diferentes lojas de uma mesma rede oferecem experiências distintas, o consumidor perde a confiança e a marca sai prejudicada (falta de padrão nas operações). Felizmente, é possível evitar tudo isso com estratégias simples e consistentes de padronização de processos. Neste artigo, você entenderá: Por que a padronização é tão importante no varejo? Padronizar significa estabelecer diretrizes claras sobre como cada tarefa deve ser executada. No varejo, isso é essencial para garantir que todas as unidades de uma rede — seja franquia, supermercado ou atacado — sigam o mesmo padrão de qualidade, comunicação e serviço. Com isso, o cliente encontra a mesma experiência em qualquer filial, e a gestão ganha previsibilidade e controle para tomar decisões mais acertadas. Exemplos práticos do impacto da falta de padrão nas operações Imagine uma rede de supermercados com três lojas em diferentes bairros. Um cliente frequente da Loja 1, satisfeito com a variedade e qualidade das frutas, resolve visitar a Loja 2, mais próxima de seu trabalho. Lá, encontra uma seção de hortifrúti desorganizada e com produtos deteriorados. Decepcionado, ele tenta a Loja 3, mas também não encontra o mesmo padrão. Resultado: desiste da compra e perde a confiança na marca. Essa situação simples exemplifica como a falta de padronização prejudica a percepção de marca, fidelidade do cliente e vendas. Vantagens da padronização: O que acontece quando não há padrão? A seguir, veja os principais prejuízos causados pela falta de padrão nas operações no varejo: 1. Processos ineficazes Sem rotinas definidas, fica difícil medir desempenho, identificar falhas ou aplicar melhorias. 2. Desorganização da equipe Funcionários sem clareza de função geram baixa produtividade, estresse e conflitos internos. 3. Dificuldade de treinamento Sem processos mapeados, capacitar equipes se torna desafiador e pouco eficiente. 4. Informações fragmentadas Sem uniformidade, os dados não conversam entre si — o que impede análises estratégicas da rede. 5. Perda de qualidade Erros operacionais e falhas no atendimento aumentam, o que afeta a experiência do cliente. 6. Queda nas vendas Serviço inconsistente gera insatisfação e abandono da marca. 7. Gastos ocultos e desperdícios Sem indicadores e controles, o varejo tende a gastar mais do que deveria. 8. Riscos legais A falta de controle dificulta a conformidade com normas da ANVISA, IDEC e outras regulações. 9. Barreiras para adoção de tecnologia Automação exige processos claros. Sem padronização, sistemas não funcionam bem. 10. Dificuldade para escalar Sem processos replicáveis, qualquer plano de expansão vira um risco. Como padronizar operações no varejo: passo a passo 1. Mapeie os processos atuais Registre tudo que é feito em cada loja, em cada setor, com todos os envolvidos. 2. Envolva as equipes Converse com os times para identificar o que pode ser melhorado e padronizado. 3. Implemente tecnologia Use soluções que automatizam tarefas, registram padrões e monitoram performance. 4. Documente os procedimentos Transforme os padrões definidos em manuais acessíveis e digitais. 5. Realize treinamentos frequentes Garanta que todos, em todas as lojas, saibam o que fazer e como fazer. 6. Monitore indicadores Implemente KPIs de qualidade, tempo, perdas e produtividade. 7. Aplique melhoria contínua Revise os processos regularmente. Padronização não é algo fixo — é evolutivo. Padronizar é crescer com segurança Padronizar as operações é um passo essencial para qualquer rede varejista que busca crescimento estruturado, qualidade consistente e competitividade no mercado. Ao estabelecer processos claros e replicáveis, sua marca fortalece a identidade, reduz custos, melhora a experiência do cliente e prepara o caminho para uma expansão segura. Não espere os problemas aparecerem: comece agora a estruturar os processos da sua loja ou rede e colha os resultados de uma gestão mais eficiente e inteligente. Veja também outros artigos em nosso Blog: https://www.auticomp.com.br/blog/ Siga a Auticomp no LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/auticomp-automa%C3%A7%C3%A3o Este Blog é uma iniciativa da Auticomp Automação.
Descubra Como Melhorar a Gestão de Recebimento de Mercadorias

O recebimento de mercadorias é o ponto de partida para uma série de processos dentro da empresa. É a partir dele que o ciclo da venda se inicia, concluindo-se apenas com a entrega final ao cliente. Por isso, essa etapa demanda atenção e uma gestão eficaz, já que influencia diretamente a produção, a distribuição e, no final, a satisfação do consumidor. Apesar da sua importância estratégica, o recebimento é frequentemente negligenciado em muitas empresas. Neste artigo, mostramos práticas simples e eficazes para melhorar esse processo e fortalecer toda a operação. Por Que a Boa Gestão no Recebimento de Mercadorias é Essencial? Um processo de recebimento bem estruturado garante que os produtos cheguem corretamente e em condições adequadas para seguir o fluxo de vendas. Quando essa primeira etapa falha, os impactos se espalham por toda a cadeia logística e de produção. Durante o recebimento, é feita a conferência dos itens, verificando: Essa é também a fase em que se inicia o registro no estoque e a alimentação dos sistemas de gestão da empresa. Qualquer descuido pode comprometer o controle de inventário, as compras futuras e até a relação com os fornecedores. Quando o setor de recebimento não está alinhado às políticas da empresa, prejudica não só as vendas e a produção, mas também o controle de estoque, o relacionamento com fornecedores e o fluxo de contas a pagar. Um departamento desorganizado gera um efeito dominó negativo na operação como um todo. Por isso, integração entre setores e procedimentos padronizados são essenciais para garantir eficiência e qualidade em todas as etapas. Como Resolver os Principais Problemas do Processo? Um dos principais obstáculos enfrentados é a ausência de procedimentos claros. Sem um roteiro definido, as ações dos funcionários ficam soltas, dificultando a supervisão e aumentando o risco de erros e perdas. Um procedimento padrão de recebimento precisa detalhar todas as etapas, desde a conferência física até o registro nos sistemas. Com isso: O ideal é que cada empresa desenvolva um manual de recebimento e o disponibilize para todos os colaboradores do setor, garantindo uniformidade na execução das tarefas. Capacitação da Equipe: Um Fator Decisivo A eficiência no recebimento de mercadorias depende de pessoas bem treinadas. Ainda assim, muitas empresas negligenciam os treinamentos e deixam de investir na formação contínua dos seus times. Treinamentos frequentes: Funcionários bem preparados são capazes de reconhecer rapidamente problemas no recebimento e agir com precisão, fortalecendo a operação e melhorando a experiência do cliente final. Integração Entre os Setores: Pilar do Sucesso A falta de integração entre o recebimento de mercadorias e outras áreas, como estoque, compras e financeiro, é um erro comum. Quando os departamentos não trocam informações de forma eficiente, o risco de retrabalho, perda de produtos e falhas na entrega aumenta. Uma comunicação fluida entre todos os setores permite: Empresas que investem em cultura de integração garantem mais eficiência e melhoram o desempenho de toda a cadeia logística. A Tecnologia como Aliada Ferramentas tecnológicas, como sistemas de gestão integrada (ERP) e leitores de código de barras, otimizam a coleta e o registro de informações no recebimento. Porém, é importante destacar que tecnologia sozinha não resolve tudo. É preciso: A tecnologia deve ser vista como um auxílio, e não como uma substituição da gestão humana. O equilíbrio entre automação e capacitação garante processos mais rápidos, seguros e eficazes. A Importância da Conferência de Itens A conferência de mercadorias é crítica para evitar problemas futuros. Um processo apressado ou feito sem atenção pode comprometer a qualidade do estoque e impactar toda a cadeia produtiva. Realizar a conferência com rigor evita: Profissionais qualificados e atentos garantem que apenas mercadorias em boas condições sigam para as próximas etapas. Melhorar o processo de recebimento de mercadorias é um passo fundamental para otimizar a operação como um todo. Com procedimentos claros, equipe capacitada, integração entre setores e apoio da tecnologia, é possível garantir mais eficiência e melhores resultados. Um bom planejamento torna o recebimento mais ágil, reduz perdas e proporciona informações estratégicas para toda a empresa. Comece hoje a transformar a gestão de recebimento e colha os benefícios de uma operação mais organizada e produtiva! Este conteúdo é uma iniciativa da Auticomp Automação. Veja também outros artigos em nosso Blog: https://www.auticomp.com.br/blog/ Siga a Auticomp no LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/auticomp-automa%C3%A7%C3%A3o Este Blog é uma iniciativa da Auticomp Automação.
5G: Como Essa Tecnologia Vai Afetar o Varejo?

O que você sabe sobre o 5G? E mais importante: sabe por que o varejo precisa estar preparado para a chegada dessa nova tecnologia? O 5G é apontado como a rede do futuro e promete revolucionar a forma como as empresas operam e como os consumidores realizam suas compras. Com a expansão dessa tecnologia, as expectativas são de transformações profundas no varejo, impactando desde o atendimento até a logística e o relacionamento com o cliente. Neste artigo, vamos entender melhor o que o 5G traz e como o varejo pode se preparar para essa grande mudança. Quais Soluções o 5G Traz para o Varejo? A rede 5G promete uma conexão muito mais rápida e estável, elementos essenciais para tecnologias emergentes como realidade aumentada (AR), realidade virtual (VR) e Internet das Coisas (IoT). Com velocidades até 20 vezes superiores às do 4G, de acordo com um estudo do Massachusetts Institute of Technology (MIT), o 5G reduzirá a latência a níveis quase imperceptíveis. Isso significa que a resposta entre o envio e o recebimento de dados será praticamente em tempo real — fator crítico para oferecer experiências de compra mais imersivas e interativas. No varejo, isso se traduz em: A chegada do 5G não é uma promessa distante. Sua implementação começou em 2021 e a expectativa é que, a partir de 2023, esteja presente em grande parte dos centros urbanos, transformando definitivamente o cenário varejista. Como o 5G Vai Impulsionar a Internet das Coisas (IoT)? O 5G foi projetado para suportar a expansão da IoT, conectando bilhões de dispositivos de maneira eficiente. Sua alta velocidade e baixa latência tornam possíveis interações instantâneas e confiáveis entre objetos e sistemas. No contexto do varejo, a IoT já tem mostrado potencial em áreas como: Com o 5G, essas tecnologias serão otimizadas, possibilitando o surgimento de lojas mais inteligentes e conectadas, onde a experiência do consumidor será contínua, fluida e personalizada. Quais Aparelhos Podem Usar o 5G? Desde o anúncio da liberação de bandas para o 5G, operadoras e fabricantes de dispositivos vêm investindo pesado no desenvolvimento de tecnologia compatível. Hoje, smartphones de última geração já estão prontos para operar na rede 5G. Além disso, dispositivos como: estão sendo preparados para tirar o máximo proveito dessa conexão ultrarrápida. Para o varejo, isso significa um ecossistema de operação mais ágil e conectado, com maior capacidade de processamento de dados em tempo real. O Que Essa Nova Tecnologia Pode Fazer? O impacto do 5G vai muito além da melhoria da velocidade de navegação. Ele é a base para inovações que vão transformar nossa forma de viver e trabalhar: No varejo, essa evolução se traduz em: A chegada do 5G representa uma revolução tecnológica que vai impactar diretamente o varejo. Estar preparado para essa nova realidade é fundamental para garantir a competitividade e aproveitar todas as vantagens que a tecnologia trará. Empresas que investirem em inovação, infraestrutura e capacitação agora estarão na dianteira quando o 5G se consolidar, oferecendo experiências de compra mais rápidas, inteligentes e personalizadas. O futuro do varejo é conectado, e ele começa agora. Veja também outros artigos em nosso Blog: https://www.auticomp.com.br/blog/ Siga a Auticomp no LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/auticomp-automa%C3%A7%C3%A3o Este Blog é uma iniciativa da Auticomp Automação.
Scio – O Scanner Molecular de Bolso

Como trabalhamos há algum tempo atendendo o publico de varejo, um dia me deparei com uma senhora tentando descobrir o preço de uma laranja mostrando ao scanner do terminal de consulta em uma loja de supermercado. Achei aquilo engraçado e expliquei que o equipamento só seria capaz de ler os produtos que continham o código de barras. Naquela época nem imaginávamos que um dispositivo pudesse identificar um produto por meio de sua composição molecular. Assim que conheci o Scanner molecular Scio, me lembrei desse episódio e me peguei a pensar, não é que realmente um dispositivo eletrônico pode identificar um produto mesmo que ele não contenha um código de barras! O desenvolvimento e comercialização dos scanners moleculares portáteis abre um leque de possibilidades para diversas áreas do mercado mundial possibilitando identificar produtos em supermercados, aeroportos, fazendas e até aplicações médicas. Pode parecer coisa de filme futurista mas a tecnologia empregada neste scanner é conhecida como “espectroscopia infra-vermelha de curto alcance” que é a ciência que estuda a interação da luz com os materiais. Ela já é conhecida de alguns cientistas de grandes laboratórios, pois até pouco tempo esses Scanners só eram encontrados em grandes empresas por serem muito caros. Com a comercialização do Scio, pessoas comuns poderão fazer uso dessa tecnologia a um custo bem mais acessível. Imagine o seguinte: você pega uma fruta em suas mãos e com o scanner molecular pode verificar se a fruta esta madura o suficiente, quantas calorias ela possui ou até mesmo saber se ela esta doce ou azeda. Com o Scio você poderá analisar a composição molecular de alimentos, medicamentos, plantas, madeira, etc… legal não é? Mas como isso funciona? Quanto emitimos a luz sobre um determinado material, parte dessa luz é absorvida e outra parte é refletida , como a maioria de todo material tem a sua característica própria, ou seja, a impressão digital de suas moléculas; torna-se possível a identificação com boa precisão. O Scio tem um sensor óptico que analisa a luz refletida do material e assim é capaz de identificar a sua composição. Como o Scio funciona com a emissão de luz, ele pode apresentar alguma limitação para identificar materiais que refritam muita luz, isso pode ocorrer com metais e materiais cristalinos. O Scio conta com um software para celulares, quando ele faz a leitura do material o scanner envia essa informação para o celular que por sua vez, consulta um banco de dados localizado na nuvem e identifica o material em tempo real. Nada impede que você mesmo crie a sua própria base de dados para diferenciar os seus itens. A partir daqui, você pode colocar a sua criatividade para funcionar e definir as inúmeras aplicações para o scanner que pode mudar a sua maneira de viver e trabalhar. Veja um pouco mais no vídeo abaixo: https://www.youtube.com/watch?v=2C83tbuBmWY Este blog é uma iniciativa da Auticomp Automação.
Mini Terminais para PDV – Você conhece?

Nos últimos anos, diversas tecnologias para a automação dos PDVs começaram a aparecer. Se antes estávamos presos ao tradicional conjunto micro, monitor, teclado, leitor e Pin Pad, agora o varejista pode escolher entre diversas possibilidades. Considerando uma rápida linha do tempo tivemos, na sequência dos PDVs tradicionais os monitores Touch, depois os chamados Touch Computer (monitor touch com computador integrado) e agora começamos a ver os Mini PCs (ou Smart PCs). Estes equipamentos são pequenos, robustos e práticos, ideal para pequenos varejistas ou para redes de lojas que dispões de pouco espaço em seu ponto de venda, como quiosques, Food Trucks, carrinhos, etc. Dentre as opções disponíveis destacamos o Smart PC (foto abaixo): Este equipamento é interessante pois ele funciona com Windows e Android. O equipamento possui fonte externa, portas USB (para conexão de leitores, impressoras, pin pads, etc), porta HDMI (que pode ser utilizada para conexão de um monitor para o cliente por exemplo) e porta de rede, além de WiFi. É uma opção fantástica para quem tem pouco espaço ou não pode fazer o grande investimento em equipamentos. Com valor aproximado de R$ 1.700,00 o Smart PC tornou-se uma opção atrativa para todo tipo de cliente. Diversas empresas de software já homologaram seus produtos com o Smart PC, facilitando ainda mais sua opção pelo “micrinho”. Entendemos que, a médio longo prazo, equipamentos como o Smart PC serão bastante populares e os clientes terão a disposição modalidades de compra ou locação do mesmo. Imaginamos inclusive que o cenário ideal para o cliente seja a locação do Smart PC atrelado a um pacote de serviços que inclua a substituição do equipamento em poucas horas, em caso de defeitos. Está será uma grande quebra de paradigma no comportamento do varejista, que sempre teve atrelado a sua decisão de investimento o sentimento de posse, de compra dos equipamentos. A Auticomp comercializa o Smart PC e pode ajuda-lo a escolher a melhor opção para você e para sua empresa. Este Blog é uma iniciativa da Auticomp Automação
