Etiqueta – Você usa Sedex e demora para imprimir suas etiquetas? Automatize esse processo!

etiqueta

Vender para todo o Brasil já é uma realidade para várias empresas. A Internet, com sua democracia e facilidade de implementação de ideias permitiu há vários empreendedores começarem seu negócio, seja através de lojas próprias (ecommerces), marketplaces (como Submarino e Ponto Frio) ou através de portais como Mercado Livre, Enjoei, etc… Independentemente da plataforma escolhida, uma coisa é certa: você precisará despachar produtos para todo o Brasil e terá que contar com uma transportadora ou com os correios para fazer isso. Para quem já sabe disso, temos mais uma informação: você sabia que a etiqueta dos correios, que hoje você imprime em uma impressora jato de tinta e cola com uma fita transparente na caixa pode ser impressa de forma bem mais simples, totalmente automatizada? Pois é. Devido ao volume e padronização destes documentos fabricantes de etiquetas resolveram criar uma etiqueta auto adesiva que encaixa perfeitamente nesta operação. Com o uso de uma impressora térmica, você abastece a mesma com um rolo de etiquetas e pronto: para cada venda feita a impressão da “etiqueta dos correios” acontece automaticamente. Simples assim. No caso dos correios, o sistema que automatiza este processo chama-se SIGEP. Ele pode ser utilizado direto pelo site dos correios ou você pode verificar com o fornecedor de seu ecommerce se o mesmo está integrado. Caso não, para saber mais sobre o SIGEP clique aqui. O SIGEP é gratuito e gerencia envios de encomendas via PAC, Sedex e outros. Exatamente por este motivo o padrão desta etiqueta é conhecido no mercado como “etiqueta SIGEP”. Ela mede 104 x 145 mm e seu rolo normalmente contém 250 etiquetas (pode variar de fabricante para fabricante). Como a largura é sempre a mesma qualquer impressora térmica de etiquetas do mercado fará a impressão. Diferentemente de outros modelos, a “etiqueta SIGEP” costuma ter disponibilidade imediata de estoque. Entretanto, como se trata de um produto indispensável para operação de qualquer empresa, recomendamos manter um estoque de segurança para, no mínimo, 15 dias. E calcular este estoque é bem fácil: Suponha que você faça 50 vendas por dia em média; Cada rolo de etiqueta tem 250 etiquetas; Considere que podem haver perdas, então calcule que cada rolo poderá imprimir no máximo 225 etiquetas (perda de 10%); Se você faz 50 vendas por dia x 15 dias são 750 vendas. Se cada rolo imprime 225 etiquetas 04 rolos serão sempre suficientes para sua demanda; Considerando um preço médio de mercado de R$ 30,00 por rolo, estamos falando de R$ 120,00 de estoque. Uma mixaria, considerando o prejuízo que você pode ter se acabarem as etiquetas. Agora não é apenas velocidade que você ganha implantando este processo. Como as etiquetas são impressas através de sistema você consegue gerenciar de forma muito simples o status de cada encomenda, facilitando a alimentação de status dos seus pedidos e integrando estas informações com seu e-commerce. Além disso, a qualidade da impressão é excepcional, o que aumenta a boa impressão de sua empresa perante seu cliente. Você se esforça tanto para vender para ser desleixado com a embalagem? Não faz sentido. Confira outros artigos em nosso blog: https://www.auticomp.com.br/blog/automacao https://www.auticomp.com.br/blog/coleta-de-dados https://www.auticomp.com.br/blog/comunicacao https://www.auticomp.com.br/blog/inovacao https://www.auticomp.com.br/blog/legislacao-fiscal A Auticomp revende todos os modelos de etiquetas para automação de processos empresariais. Fique a vontade para entrar em contato conosco caso queira saber mais a respeito. Clique aqui e veja a etiqueta do mercado livre em nossa loja e faça um teste! Este Blog é uma iniciativa da Auticomp Automação

Quanto custa um PDV parado?

É interessante notar ao longo dos anos que existem três tipos de empresários quando analisamos a forma como lidam com a pergunta que dá título a este post: aqueles que sabem a resposta (grande minoria, é preciso salientar), aqueles que tem dúvidas sobre a resposta que darão e aqueles que nunca pararam para analisar esta situação.  Para o primeiro empresário, nossos parabéns! Pensar nisso (e investir para que não aconteça) é, acima de tudo, inteligente e demonstra respeito com seus clientes e com seu negócio. Para os outros dois grupos daremos algumas dicas abaixo para facilitar este cálculo. Nosso método é simples e facilmente aplicado para qualquer lojista.  Primeiro devemos buscar a menor fração possível para analisar o tempo de um PDV parado. Consideramos que medir isso em horas é o melhor. Para saber o potencial de venda e lucro de cada hora faremos a seguinte conta para a Loja Exemplo:  Suponha que o faturamento da loja seja de R$ 300.000,00 por mës; Dividindo por 30 dias temos R$ 10.000,00 por dia; Supondo que a loja fica aberta 10 horas, são R$ 1.000,00 por hora; Supondo que esta loja tem 2 PDVs, são R$ 500,00 por PDV; Supondo que a margem de lucro bruto é de 30% temos R$ 150,00. Com uma simples análise, identificamos que a “Loja Exemplo” tem um prejuízo estimado de R$ 500,00 em vendas por hora de PDV parado. Certamente, esta análise gera os seguintes questionamentos:  Nem todos os clientes deixarão de comprar, então esta conta é mentirosa; Eu não trabalho todos os dias com os 02 PDVs então esta conta não vale; E tantos outros quantos forem os motivos que levarão um empresário a justificar que isso não é real que você possa imaginar. Por isso é importante ter em mente que estamos falando de prejuízo “potencial”. Ele serve como uma simples análise, número fácil de se lembrar que acaba virando um “mantra” para o empresário. Convidamos você, dono de loja, a fazer este cálculo para a sua realidade e a compartilhar conosco a sua reação ao ver um dos PDVs parados em sua empresa após saber este número. Temos certeza que sua percepção irá mudar e será mais fácil aceitar o que estamos propondo.  E isso porque estamos falando APENAS de vendas e lucro. Mas e o prejuízo a imagem da empresa? E aquele cliente que entrará na loja, verá filas e irá embora? E aquele que já comprou e largou tudo antes de passar pelo PDV por conta da fila? Se formos levar tudo isso em consideração certamente o prejuízo no final das contas é muito maior. Por isso é importante ter em mente um número fácil de calcular e simples de lembrar, entenderam?  Muitas ações podem ser feitas para evitar que este tipo de coisa ocorra. Daremos algumas abaixo:  Ter alguns equipamentos reserva: Pin Pads, leitores e teclados são muito exigidos. Convém ter no mínimo 10% do parque em equipamentos reserva. Ex.: se sua loja tem 10 PDVs mantenha pelo menos 1 de cada de back up. Se tem menos tenha pelo menos um… Negociar com a empresa de software para que exista uma licença de PDV instalada em uma CPU de Back Up em que não seja cobrada a manutenção. Assim, você terá o Software de PDV de Back Up sem a necessidade de pagar o contrato de manutenção por isso; Treinar equipe própria ou negociar um atendimento rápido com seu fornecedor de serviços para que coloque este novo PDV em funcionamento o mais rápido possível. Existem contratos de atendimento com cobertura de 2 horas para resolução de problemas. Vale a pena conversar a respeito. Independente da decisão em se fazer ou não o investimento a toque de caixa, conversar a respeito e se planejar para evitar esta situação é obrigação do empresário. Seus clientes e a imagem do seu negócio agradecem! Este Blog é uma iniciativa da Auticomp Automação

Modelo de etiqueta: qual a melhor para o meu negócio?

No brasil existe uma infinidade de modelos de etiquetas e rótulos. Não são raras às vezes que recebemos em nossa assistência equipamentos em que os seus proprietários nos enviam imaginando que estão com algum problema, quando na verdade há o uso inadequado de seus suprimentos, sejam eles etiquetas ou Ribbons. Mesmo tendo contato com etiquetas em nosso cotidiano, a maioria das pessoas não imagina quanta tecnologia está empenhada na identificação dos produtos que adquirimos em nossas compras. Diante dos itens apresentados acima você saberia dizer qual tipo de etiqueta é a mais adequada para a sua operação? A resposta não é tão simples, mas vamos tentar explicar os principais conceitos relacionados a aplicação dos principais tipos de etiquetas. Com esses dados em mãos é possível que você consiga se orientar e assim explorar as suas possibilidades aproveitando ao máximo os melhores recursos que estão a sua disposição. Existe uma variedade enorme de fornecedores e fabricantes que lançam novos produtos todos os meses e assim aumentam ainda mais as suas possibilidades e consequentemente dúvidas. Podemos dizer que uma etiqueta é composta por 3 camadas: 1 – O frontal, que é o material do qual é feito a etiqueta e que pode ser feito de materiais como filmes, papeis ou plásticos especiais. 2 – O Adesivo, que é a “cola” que deve grudar a etiqueta em uma superfície. 3 – As duas primeiras camadas são montadas em uma superfície chamada “Liner” que é um filme ou papel feito de silicone, esse é responsável por sustentar a etiqueta até que ela comece a ser usada. O que faz a grande diferença é que cada camada dessas pode ser feita de um material diferente e isso pode gerar diversas combinações e resultados diferentes que podem ser adaptados a cada necessidade. No caso da camada Frontal, ela pode ser feita com mais camadas ainda e isso deve gerar etiquetas ainda mais especiais e personalizadas. Etiquetas Adesivas (Couchê) As etiquetas adesivas são as mais encontradas no mercado; são as etiquetas de papel e essas atendem uma serie de necessidades mais conhecidas, como Etiquetar pacotes e caixas, inserir códigos de barras, fazer marcações e inserir dados importantes nos itens. Uma das desvantagens dessas etiquetas é que elas costumam molhar e as vezes até rasgar. Em alguns casos elas não oferecem o melhor acabamento para o logo da sua empresa. Etiquetas Removíveis  Existem diversos tipos de adesivos que podem aderir a muitas superfícies diferentes, o problema é que nem sempre esse adesivo é permanente. Poderíamos falar de casos em que temos a necessidade de colar as suas etiquetas em itens dos quais você precisa facilitar a remoção dessa etiqueta por parte dos seus clientes e alem disso evitar que, mesmo removendo a etiqueta não fique resíduos em seus produtos. Nesse caso teremos as etiquetas removíveis, são etiquetas que oferecem uma certa facilidade de remoção e que podem ser retiradas com água. Alguns exemplos de uso das etiquetas removíveis são; Louças, cartões de credito ( Informação de Desbloqueio), celulares e rótulos de bebidas. Resistentes à Água e Produtos Químicos Existem casos em que você precisa de uma etiqueta resistente a água e para esses casos existem etiquetas especificas com filmes plásticos e colas que podem resistir a imersão. Temos também as etiquetas que podem resistir ao contato com elementos químicos, evitando o seu desgaste em caso de contato. Baixas ou altas temperaturas Existem etiquetas que podem resistir a altas e baixas temperaturas (Etiquetas BOPP) e nesses casos podemos falar a respeito de uma industria de alimentos congelados, por exemplo. essa empresa precisa garantir que os seus produtos não perderão as informações contidas nas etiquetas mesmo que os seus itens sejam submetidos a baixas temperaturas e forte umidades Em contra partida, se tivermos uma industria onde os seus produtos são submetidos a altas temperaturas, precisaremos manter a integridade dos dados e evitar que as etiquetas simplesmente queimem ao menor contato com a superfície quente. Por conta disso precisaremos usar etiquetas com características que apresentam resistência a altas temperaturas. Etiquetas especiais Pelo que vimos nos itens acima, podemos dizer que as etiquetas estão por toda a parte e o mundo da segurança não ficaria de fora. Desde as mais simples conhecidas como “casca de ovo” que se quebra em pequenos pedaços que dificultam em muito a sua remoção até as etiquetas chamadas “void”, essas mostram uma imagem ou um texto caso sejam removidas, isso sem falar que as etiquetas “void” não podem ser coladas novamente. Muito complicado? Poderíamos ainda falar das etiquetas aprovadas pela Anvisa e que podem ser coladas diretamente em alimentos, temos também as etiquetas que podem ser usadas em joias e anéis, pneus e muitos outros tipos de acabamento, materiais e cores que fazem parte desse mundo de inúmeras possibilidades. Como dissemos no inicio do artigo, é mais seguro solicitar a ajuda de um profissional para que ele possa lhe ajudar a escolher a melhor etiqueta para a sua operação. A Auticomp Automação tem profissionais qualificados para lhe ajudar nessa tarefa. Entre em contato com a nossa equipe comercial, teremos prazer em ajuda-lo. Este Blog é uma iniciativa da Auticomp Automação

 Por que trocar o seu leitor de código de barras antigo?

Leitor VS3200

O Mercado mundial está em constante atualização e essas mudanças podem representar oportunidades para os gerentes e líderes que estão atentos em como as novas tecnologias podem impactar a produtividade e eficiência do seu trabalho. Os leitores de códigos de barras estão presentes em diversas áreas como varejo, indústria, logística, etc. Diante disso, podemos concluir que esses dispositivos exercem um papel muito importante no dia a dia das empresas. Em geral são equipamentos que apresentam uma boa durabilidade e em muitos casos podem resistir a ambientes adversos operando o dia inteiro sem maiores problemas. Então Por que trocar o seu leitor de código antigo? Vamos lá! Não basta mudar só porque é uma nova tecnologia e queremos parecer modernos. A pergunta que precisamos fazer é: Será que a aquisição dessa ou daquela solução trarão benefícios reais para a operação da minha empresa? Hoje vamos falar sobre os leitores area imager capazes de ler os já conhecidos códigos de barras 1D e 2D, também vamos entender suas diversas aplicações e como o uso dessa tecnologia podem mudar a sua rotina. Mas afinal de contas, o que são códigos de barras 2D? O código de barras 2D possui as mesmas funções dos códigos lineares (1D) que encontramos nos produtos de supermercados e farmácias, a diferença está na capacidade de armazenamento de dados, tamanho, redundância de dados e velocidade de leitura. Os códigos 2D tem esse nome por serem impressos em mais de uma dimensão, enquanto os códigos de barras 1D são impressos apenas na horizontal, os códigos 2D utilizam informações tanto no plano horizontal como no vertical. Isso abre um leque enorme de possibilidades, no entanto precisamos de equipamentos específicos para ler e interpretar esses códigos. O código de barras 1D é capaz de armazenar algo em torno de 20 números enquanto que os códigos 2D chegam a armazenar mais de 7 mil números e mais de 4 mil caracteres alfanuméricos. O leitor que possui essa tecnologia realiza a leitura dos códigos através de uma espécie de “foto” que o leitor tira e posteriormente decodifica essa informação e a envia para o sistema ao qual o leitor está se comunicando, todo esse processo acontece em questão de milissegundos. Veja a diferença entre os códigos:            Veja alguns exemplos de como usar o código 2D: Ações de Marketing Pode ser usado no mercado publicitário, e várias ações trabalham, inclusive, com realidade aumentada. As empresas investem nesse tipo de campanha para oferecer mais informações e conteúdo exclusivo. Os códigos 2D ou QR code podem ser impressos em pôsteres, revistas, roupas, veículos, sites, cartões de visita, etiquetas, copos e utensílios diversos, etc. Uma rede de supermercados na coreia do sul chamada Tesco teve uma ótima sacada! Eles acharam uma maneira bem inteligente de levar a loja até o seu consumidor e aumentar o Market share sem a necessidade de abrir novas lojas. Enquanto os coreanos esperavam o trem na estação de metrô, viam os painéis simulando prateleiras de supermercado com as fotos dos produtos, e neles os códigos 2D correspondentes. Dessa forma, as pessoas escolhem os itens e leem   os códigos pelos seus celulares, fazem o pagamento online e as compras são entregues em suas casas! Auditoria de Preços em lojas de departamento Nós mesmos, Auticomp Automação, fazemos uso dos códigos Bidimensionais em lojas de supermercado, nesse caso inserimos o código de barras juntamente com o preço dos produtos em um código 2D. Quando fazemos a leitura do código o sistema captura a barra juntamente com o preço, faz as buscas no sistema e verifica se o preço que está impresso na etiqueta “bate” com os dados que estão no banco de dados. Caso a etiqueta apresente uma divergência o próprio sistema já seleciona esse item para que a sua etiqueta de gôndola seja reimpressa. Antes o operador precisava ler a barra e verificar se os valores estavam corretos antes de passar para o próximo item. Com o uso dos códigos 2D o processo ficou automático e muito mais rápido pois o operador não precisa “pensar”, é só passar nos corredores lendo os produtos e imprimir as etiquetas na sequência. O processo de auditoria demorava cerca de 3 ou 4 dias para finalizar uma loja de porte médio, hoje esse mesmo processo demora cerca de 8 horas; isso sem falar na redução de custos com etiquetas de gôndolas e ribbons pois o código 2D ocupa um espaço físico bem menor que o código 1D. Processo de papa filas em Lojas e Supermercados Com o dispositivo coletor e uma impressora portátil em mãos, o operador pode oferecer atendimento aos clientes que ainda estão na fila e realizar a coleta de todos os itens, colocá-los em uma sacola que ficará lacrada até que o cliente chegue ao pdv. Com a impressora conectada via bluetooth ou wifi ao equipamento Joya, será impresso um cupom em um código de barras 2D, que terá as informações de todos os itens coletados. Assim que o cliente chegar ao caixa portando esse cupom a sua experiência será diferente. Não haverá a necessidade de registrar todos os itens novamente e ele só precisa entregar o cupom com o código 2D, nesse momento o operador de caixa fará o registro do código 2D, como os produtos já estão embalados, o cliente poderá realizar o pagamento e continuar a sua rotina. Esse processo pode representar uma redução de até 80% no tempo gasto pelo cliente em um checkout. Legal não é? Vale a pena comprar? Os leitores com tecnologia area imager, popularmente conhecidos como leitores 2D, são equipamentos um pouco mais caros se comparados aos leitores que realizam apenas a leitura dos códigos 1D, porém, os leitores 2D possuem diversas vantagens que justificam o investimento. A primeira delas é a velocidade com a qual estes leitores realizam a leitura dos códigos. Durabilidade e resistência também são pontos fortes destes leitores. Mas o motivo que mais justifica a compra destes equipamentos é a capacidade que eles possuem de ler tanto códigos 1D, como códigos 2D. Investir na compra de leitores

Impressão com Ribbon ou sem Ribbon: entenda a diferença entre Transferência Térmica e Térmica Direta

impressão

Se você trabalha com impressão de etiquetas, códigos de barras ou identificações industriais, provavelmente já se deparou com a dúvida: usar com ribbon ou sem ribbon? A resposta depende do seu tipo de aplicação. Neste artigo, você entenderá as diferenças entre os dois métodos mais utilizados do mercado: Transferência Térmica e Térmica Direta. Neste artigo, vamos explicar de forma clara as diferenças entre esses dois métodos de impressão, suas vantagens e desvantagens, e em quais situações cada um deve ser aplicado. Continue a leitura e entenda tudo o que você precisa saber para escolher a melhor tecnologia para sua empresa. Impressão por Transferência Térmica: durabilidade e alta qualidade A impressão por Transferência Térmica utiliza uma fita (conhecida como ribbon) que transfere a tinta para o material da etiqueta por meio do calor aplicado pela cabeça de impressão da impressora. A tinta é liberada pelo aquecimento e fixada permanentemente na etiqueta. Esse método proporciona uma alta qualidade de impressão, com excelente definição de imagem, sendo indicado para etiquetas que precisam durar mais tempo ou resistir a condições mais exigentes como umidade, calor ou abrasão. Outro ponto importante é que esse tipo de impressão exige menos da cabeça de impressão, prolongando a vida útil do equipamento. Por isso, impressoras de transferência térmica são ideais para aplicações em estoques, laboratórios, rastreamento de produtos, identificação de ativos e ambientes industriais. Vantagens: Desvantagens: Térmica Direta: praticidade para etiquetas de curta duração A impressão Térmica Direta, por outro lado, dispensa o uso de ribbon. Ela utiliza etiquetas sensíveis ao calor que reagem ao contato com a cabeça de impressão, escurecendo-se nos pontos aquecidos. Esse método é semelhante ao funcionamento de um aparelho de fax antigo. Por não usar fita de impressão, essa tecnologia é considerada mais simples e de baixo custo. Entretanto, as etiquetas térmicas diretas têm menor durabilidade, sendo indicadas para aplicações temporárias, como etiquetas de envio, cupons fiscais e identificação de produtos com curta vida útil. Além disso, esse tipo de impressão exige maior temperatura da cabeça térmica, o que acelera o desgaste do componente e pode resultar em um custo maior de manutenção no longo prazo. Vantagens: Desvantagens: Qual escolher: Com ou sem ribbon? Não existe uma tecnologia melhor que a outra. O mais importante é entender o contexto da sua aplicação: Empresas que trabalham com diferentes tipos de produtos muitas vezes combinam as duas soluções, usando térmica direta para etiquetas logísticas internas e transferência térmica para rastreabilidade e etiquetagem externa. Custo-benefício e vida útil dos equipamentos A impressão térmica direta, apesar de ser mais barata no curto prazo, pode desgastar mais rapidamente a cabeça térmica da impressora, aumentando os custos de manutenção no médio prazo. Já a com ribbon tende a preservar o equipamento, reduzindo falhas e trocas de componentes. A transferência térmica também permite uma variedade maior de materiais e tamanhos de etiquetas, sendo ideal para empresas que trabalham com rastreabilidade, armazenamento de longo prazo ou etiquetagem em ambientes mais agressivos. Confira outros artigos de nosso Blog: https://www.auticomp.com.br/blog Siga a Auticomp no LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/auticomp-automa%C3%A7%C3%A3o Este Blog é uma iniciativa da Auticomp Automação.

Leitores de Código de Barras: Saiba Como Escolher o Modelo Ideal

Leitores de código

Todo empreendedor sabe que, para o crescimento de um negócio, é preciso investir em tecnologia e modernização. Entre as ferramentas mais úteis e indispensáveis para diferentes setores estão os leitores de código de barras. Esses dispositivos são essenciais para garantir praticidade, agilidade e precisão nos processos de recebimento, envio, controle de estoque, inventário e vendas. Se você está começando no mundo empresarial ou deseja atualizar o seu parque tecnológico, entender os diferentes tipos de leitores disponíveis no mercado é fundamental. Afinal, escolher o equipamento adequado pode aumentar significativamente a eficiência operacional, além de evitar retrabalho e falhas. Neste artigo, você vai descobrir como identificar o leitor de código de barras ideal para o seu tipo de operação. Continue a leitura e saiba tudo o que é necessário para fazer uma compra consciente e vantajosa! Por que escolher bem o leitor de código de barras? O leitor de código de barras, ou scanner, é responsável por capturar e interpretar as informações codificadas em produtos ou documentos. Embora pareçam similares, esses dispositivos possuem características técnicas e funcionais bastante variadas, o que interfere diretamente no desempenho de cada modelo em determinadas atividades. Escolher o leitor correto significa evitar incompatibilidades, otimizar o tempo de trabalho e garantir a segurança das informações capturadas. A escolha errada pode gerar lentidão, erros na leitura ou até mesmo a necessidade de substituição precoce do equipamento. Conheça os principais tipos de leitores de código de barras A seguir, apresentamos os modelos mais comuns e suas aplicações ideais. Avalie qual se encaixa melhor nas rotinas da sua empresa: 1. Leitores de código de Mão (com ou sem fio) São os modelos mais tradicionais e acessíveis. Podem ser com fio (USB) ou sem fio (via Bluetooth ou rádio frequência). Possuem motores de escaneamento versáteis, que permitem ler diferentes tipos de etiquetas. 2. Leitor Bluetooth Dispensa a instalação de cabos ou bases. A conexão é feita diretamente entre o leitor e o computador, desde que este possua Bluetooth ativo. 3. Leitores de código Wi-Fi Oferece conexão direta com o sistema via infraestrutura W-LAN (rede sem fio interna). Ideal para grandes áreas e ambientes dinâmicos. 4. Leitor Rugged (Industrial) Projetados para uso em ambientes hostis, como galpões, áreas externas ou locais com alta exposição a poeira, umidade ou risco de quedas. 5. Leitor de Mostrador (Built-in) Estes leitores podem ser fixados no balcão ou utilizados como leitores de mesa. Capturam códigos de forma rápida em qualquer direção, ideais para atendimento ao cliente. 6. Leitor OEM (Original Equipment Manufacturer) São módulos que integram scanners a outros dispositivos, como totens de autoatendimento, quiosques ou máquinas especializadas. 7. Leitor Fixo (Montado)Utilizados em linhas de produção, sistemas de triagem ou esteiras automatizadas, esses leitores permanecem fixos e fazem a leitura dos produtos que passam por eles. 8. Leitor 2D / PDF417 São os mais modernos do mercado. Além de ler os códigos tradicionais (1D), capturam códigos 2D e imagens como assinaturas e QR Codes, mesmo que estejam danificados ou mal impressos. Conclusão: O melhor leitor é o que atende a sua operação Não existe um modelo “melhor” universalmente. A escolha ideal depende de como o leitor será usado, o tipo de ambiente, a infraestrutura de rede disponível e o volume de operação. Em alguns casos, pode ser vantajoso utilizar mais de um tipo de scanner na mesma empresa, de acordo com os setores. Portanto, avalie as funcionalidades de cada modelo, considere o seu orçamento e procure sempre por equipamentos de qualidade e fornecedores confiáveis. Investir no leitor correto é garantir eficiência, controle e produtividade no seu negócio. Confira outros artigos em nosso blog: https://www.auticomp.com.br/blog/ Siga a Auticomp no LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/auticomp-automa%C3%A7%C3%A3o Este Blog é uma iniciativa da Auticomp Automação.

10 Itens para Considerar na Hora de Comprar um Coletor de Dados

coletor de dados

Saber o que analisar antes de comprar um coletor de dados é fundamental para fazer um bom investimento e garantir que o equipamento realmente atenda às necessidades da sua operação. Seja em empresas pequenas ou grandes, esse tipo de aquisição representa um custo importante no orçamento, por isso deve ser feita com bastante atenção. A seguir, mostramos 10 itens essenciais que vão ajudar você a escolher o melhor modelo de coletor de dados para sua realidade, evitando problemas futuros com equipamentos inadequados ou incompatíveis. Vamos aos itens? 1. Sistema Operacional O sistema operacional define quais aplicativos e sistemas o coletor de dados poderá rodar. Muitas empresas ainda utilizam sistemas internos antigos, chamados de “legados”, que precisam de compatibilidade com determinadas configurações. Existem coletores de dados com Android, Windows CE e Windows Mobile. Mesmo os sistemas Windows antigos ainda estão em uso no mercado, embora não recebam mais suporte oficial. Já os modelos com Android vêm ganhando espaço, por serem modernos, versáteis e compatíveis com diversos aplicativos da Play Store, facilitando a adaptação e os upgrades no futuro. 2. Tipo de Leitura Um ponto central é o tipo de leitura que o coletor de dados deve realizar. Hoje, o mercado oferece leitores que capturam códigos 1D (lineares), 2D (como QR Codes) e até etiquetas com tecnologia RFID. Além do tipo de código, é importante observar o alcance da leitura. Existem equipamentos capazes de ler etiquetas a poucos centímetros, e outros que alcançam distâncias de até 20 metros, o que é ideal para armazéns com prateleiras altas ou ambientes logísticos amplos. 3. Vedação e Proteção Se a sua operação envolve poeira, umidade ou movimentação intensa, o coletor de dados precisa ter uma boa vedação e resistência. Para isso, é importante verificar a certificação IP do equipamento, que indica o nível de proteção contra elementos externos. Coletores com boa vedação podem ser usados em ambientes industriais, armazéns ou até mesmo em áreas hospitalares, sem risco de danos por contato com líquidos ou sujeira. 4. Ergonomia no Uso Diário O coletor de dados será manuseado o dia todo por operadores, muitas vezes em ritmo intenso. Por isso, o conforto no uso é essencial. Modelos com gatilhos de fácil acionamento ou até coletores vestíveis — que deixam as mãos livres — ajudam a reduzir a fadiga e aumentam a produtividade. Um exemplo disso é o modelo TC8000, da Zebra, que foi projetado especialmente para melhorar a ergonomia e promete ganhos reais de desempenho no dia a dia. 5. Teclado Físico ou Tela Touch Apesar do avanço das telas sensíveis ao toque, muitas empresas ainda utilizam sistemas que funcionam melhor com teclas físicas, especialmente por conta de atalhos e comandos rápidos. Existem coletores de dados com teclados numéricos ou alfanuméricos, e alguns modelos permitem inclusive a troca do teclado, como é o caso do Skorpio X3 da Datalogic. Avaliar esse detalhe evita incompatibilidades com os sistemas utilizados atualmente. 6. Conectividade O coletor de dados precisa se comunicar com o sistema da empresa. Para isso, verifique quais tipos de conexão o equipamento oferece. Modelos mais modernos têm Wi-Fi, Bluetooth, 3G, 4G, GPS e até NFC. Também existem coletores chamados “batch”, que não têm conectividade sem fio e precisam ser conectados ao computador por meio de um berço para transferir os dados. Esses modelos são mais baratos, mas menos práticos. 7. Marca e Suporte Técnico Optar por marcas que têm assistência técnica no Brasil é essencial para evitar dores de cabeça. Marcas conhecidas e confiáveis, como Zebra, Honeywell, Datalogic, Bluebird e Option, possuem peças de reposição e centros de suporte espalhados pelo país, o que facilita na hora de realizar manutenções ou substituições. 8. Capacidade de Processamento Com o avanço da tecnologia, já existem coletores de dados com excelente poder de processamento. Isso significa que eles conseguem abrir sistemas mais pesados, processar informações rapidamente e manter um bom desempenho mesmo em operações complexas. Avaliar a velocidade do processador e a memória RAM pode fazer toda a diferença no uso diário. 9. Tamanho e Qualidade da Tela A tela não é apenas um detalhe estético. Quanto maior a tela do coletor de dados, mais informações o operador consegue visualizar de forma clara. Isso facilita a navegação nos menus e melhora a experiência do usuário. Existem modelos com telas de até 5 polegadas, sensíveis ao toque e com ótima definição, o que contribui para a agilidade nas tarefas. 10. Duração da Bateria Por fim, é essencial garantir que o coletor de dados tenha bateria suficiente para durar durante todo o turno de trabalho. Em operações longas, a falta de energia pode interromper a produtividade. Algumas empresas optam por ter baterias extras ou coletores com baterias estendidas, que oferecem mais autonomia e evitam paradas inesperadas. Escolha Certa para Evitar Problemas Comprar o coletor de dados adequado faz toda a diferença no desempenho da sua equipe e na organização da empresa. Avaliar esses 10 pontos com atenção garante que o investimento seja bem aproveitado e que o equipamento escolhido realmente atenda às exigências do dia a dia. A Auticomp Automação está pronta para ajudar você nesse processo, oferecendo suporte desde a escolha até a implantação de coletores de dados com as principais marcas do mercado. Entre em contato com nossa equipe comercial — será um prazer atender você. 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Como Instalar o Cutter na Impressora OS-214 Plus da Argox

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A impressora OS-214 Plus, da Argox, é amplamente reconhecida no mercado por sua robustez, eficiência e custo-benefício. Além disso, conta com a possibilidade de incorporar acessórios opcionais que ampliam suas funcionalidades. Um desses acessórios é o cutter — também conhecido como faca ou cortador. Quando instalado, esse recurso permite que as etiquetas sejam automaticamente cortadas após a impressão, otimizando o fluxo operacional e garantindo mais agilidade para o operador. Se você deseja implementar essa funcionalidade na sua impressora OS-214 Plus, é fundamental entender o procedimento correto de instalação. Este artigo traz um guia passo a passo para que você possa realizar a instalação do cutter com segurança e eficiência, além de orientações importantes sobre os componentes envolvidos. Por que instalar o cutter na sua OS-214 Plus? O cutter é um acessório que proporciona praticidade ao operador, uma vez que ele corta automaticamente cada etiqueta após a impressão. Isso é especialmente útil em ambientes de produção contínua, onde é necessário um alto volume de impressões e o tempo gasto com o destacamento manual pode se tornar um gargalo. Outro ponto importante é a melhoria na ergonomia do processo. O operador não precisa mais interromper o fluxo para destacar etiquetas manualmente, o que reduz o risco de falhas e aumenta a produtividade. Requisitos antes da instalação Antes de iniciar o processo de instalação, certifique-se de que você possui: Cutter (faca/cortador) compatível com a OS-214 Plus; Circuito integrado correspondente; Parafusos e ferramentas básicas para fixação; Conhecimento técnico mínimo em montagem de equipamentos eletrônicos; Atenção redobrada para o manuseio dos conectores e da placa da impressora. Atenção: Por se tratar de um procedimento técnico, a instalação do cutter deve ser realizada por um profissional qualificado. A instalação incorreta pode danificar o equipamento e comprometer sua garantia. Passo a passo para instalar o cutter Passo 1. Remoção do destacador de etiquetas O primeiro passo consiste em retirar o destacador de etiquetas existente. Para isso, desloque-o suavemente para a esquerda até que se desprenda do suporte da impressora. Passo 2. Instale o circuito integrado no soquete indicado abaixo; Passo 3. Instale o cutter no mecanismo encaixando o orifício indicado pela seta no pino com o circulo; Passo 4. Fixação do cutter Com o cutter devidamente encaixado, utilize os parafusos para fixá-lo firmemente à estrutura. Certifique-se de que o cutter está bem preso, sem folgas ou desalinhamentos. Passo 5. Conexão dos cabos O próximo passo é conectar o cabo do cutter à placa principal da impressora, no local indicado para esse tipo de periférico. Além disso, reconecte os demais cabos — incluindo os responsáveis pela cabeça de impressão, motor, sensores de mídia e ribbon — que podem ter sido temporariamente desconectados durante o processo. Ajuste da base do mecanismo Após a instalação do cutter, a base de apoio do mecanismo também é alterada. Antes da instalação, o mecanismo se apoia sobre os pinos circulados em verde. Após a instalação do cutter, o apoio passa a ser sobre os pinos circulados em vermelho, conforme indicado nas ilustrações técnicas fornecidas com o acessório. Este detalhe é crucial para garantir a estabilidade e o correto funcionamento da impressora após a instalação. Certifique-se de seguir esta orientação à risca. A instalação do cutter na OS-214 Plus é uma excelente forma de otimizar o processo de impressão de etiquetas, automatizando a separação dos rótulos e reduzindo o tempo operacional. Apesar de ser um procedimento técnico, com os devidos cuidados e conhecimento, pode ser feito com segurança. Com esse upgrade, sua impressora se torna ainda mais versátil e adaptada a ambientes de alta demanda, mantendo o padrão de qualidade e durabilidade característico dos equipamentos Argox. Confira outros artigos em nosso blog: https://www.auticomp.com.br/blog/ Siga a Auticomp no LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/auticomp-automa%C3%A7%C3%A3o Este Blog é uma iniciativa da Auticomp Automação.

OS-214 Plus – Como Configurar o Cutter

OS-214

Como Configurar O Cutter na OS-214 Plus A impressora Argox OS-214 Plus é amplamente reconhecida por sua versatilidade no mercado de automação comercial. Entre seus opcionais mais úteis está o cutter (faca de corte automático), que oferece praticidade ao operador ao permitir que cada etiqueta seja impressa e automaticamente cortada. No entanto, para que essa funcionalidade esteja ativa, é necessário realizar uma configuração específica no software. O Que é o Cutter e Por Que Usá-lo? O cutter é um acessório opcional que pode ser acoplado à impressora Argox OS-214 Plus. Seu principal objetivo é automatizar o processo de separação das etiquetas impressas, tornando o trabalho do operador mais rápido e prático. Isso é especialmente útil em operações que exigem alto volume de impressão de etiquetas individuais, como em setores de expedição, controle de estoque, ou rotulagem unitária de produtos. O uso do cutter evita o manuseio manual das etiquetas após a impressão, reduz o risco de erros, aumenta a produtividade e melhora a ergonomia do processo. Requisitos para Habilitar o Cutter Antes de iniciar a configuração, é importante confirmar os seguintes pontos: Sua impressora Argox OS-214 Plus deve possuir o acessório cutter instalado fisicamente. O driver da impressora deve estar corretamente instalado no computador. O software BarTender (ou outro software compatível) deve estar configurado e funcionando. Passo a Passo: Como Configurar o Cutter no BarTender Se você utiliza o BarTender como software de criação de etiquetas, siga os passos abaixo: Passo 1: Abra o BarTender e crie sua etiqueta normalmente, como de costume. Caso precise de ajuda com essa etapa, temos um post completo no blog sobre como criar etiquetas no BarTender. Passo 2: Vá até o menu superior e clique em Arquivo > Imprimir (ou File > Print, dependendo do idioma do software). Passo 3: Na janela de impressão que se abrir, clique em Propriedades do Documento (Document Properties). Passo 4: Em seguida, selecione a aba Papel de Etiquetas (Label Stock). Passo 5: Na seção chamada Processamento de Mídia (Media Handling), localize o campo Ação Pós-Impressão (Post-Print Action), e selecione a opção Corte (Cut). Passo 6: Finalize clicando em OK e prossiga com a impressão da sua etiqueta. Resultado da Configuração Após seguir esses passos, sua impressora OS-214 Plus estará configurada para utilizar o cutter. Isso significa que, a cada etiqueta impressa, o equipamento executará o corte automático da mesma, deixando a etiqueta pronta para uso imediato. Essa configuração funciona tanto com o BarTender quanto com outras aplicações que utilizem o driver padrão do Windows, desde que respeitem as propriedades definidas na aba de configuração de mídia. A configuração correta do cutter na impressora Argox OS-214 Plus é um processo simples que traz grandes ganhos em produtividade e organização. Caso você esteja utilizando esse modelo de impressora e tenha o acessório instalado, vale muito a pena seguir esse passo a passo e começar a aproveitar os benefícios do corte automático. Dicas adicionais para garantir a eficiência do Cutter na OS-214 Plus Agora que você já sabe como habilitar o cutter na sua impressora OS-214 Plus, é importante também adotar algumas práticas que ajudam a garantir o bom funcionamento do equipamento no dia a dia. Realizar limpezas periódicas na área de corte, utilizando materiais recomendados pelo fabricante, evita o acúmulo de resíduos que podem comprometer o desempenho do corte. Além disso, é fundamental sempre utilizar mídias compatíveis com a função de corte, pois etiquetas com gramatura ou revestimento inadequado podem prejudicar tanto a lâmina quanto o mecanismo do cutter. Também vale verificar periodicamente se os conectores estão firmes e bem posicionados, principalmente após longos períodos de uso ou movimentação da impressora. Essas pequenas ações contribuem para prolongar a vida útil do componente e mantêm o seu processo de impressão funcionando com máxima eficiência. Confira outros artigos em nosso blog: https://www.auticomp.com.br/blog/ Siga a Auticomp no LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/auticomp-automa%C3%A7%C3%A3o Este Blog é uma iniciativa da Auticomp Automação.

Coletor de Dados Motorola MC3190: Mobilidade e Eficiência para sua Operação

MC3190

O coletor de dados MC3190 da Motorola, sucessor direto do modelo MC3000, foi projetado para oferecer mobilidade, conforto, confiabilidade e desempenho avançado para ambientes internos, como estoques, centros de distribuição e operações logísticas. Esse equipamento se destaca por manter a ergonomia do MC3000, ao mesmo tempo que traz recursos atualizados de processamento, captura de dados e segurança, sem exigir novo treinamento aos operadores já familiarizados com a linha anterior. Além disso, a compatibilidade com os acessórios do MC3000 torna o upgrade mais acessível para empresas que já investiram na infraestrutura da Motorola. Principais Diferenciais e Vantagens Robustez com a tecnologia Motorola MAX Rugged Projetado para ambientes hostis, o MC3190 atende às exigentes normas MIL-STD de resistência a quedas e impactos, além de certificações de vedação contra poeira e líquidos. Isso garante confiabilidade operacional mesmo em condições adversas. Flexibilidade de Sistema Operacional O dispositivo pode ser adquirido com Windows CE 6.0 ou Windows Mobile 6.X, oferecendo versatilidade para se adaptar ao tipo de sistema e aplicações já utilizadas na empresa. Segurança com Motorola MAX Secure O suporte ao padrão FIPS 140-2 permite uso em setores com altas exigências de segurança, como o governo e a área da saúde. O MC3190 também oferece suporte a VPNs, protegendo dados em ambientes críticos. Eficiência na Captura de Dados Com opções de leitura a laser ou imager 1D/2D, o MC3190 consegue realizar leituras rápidas e precisas, inclusive de códigos danificados ou com baixa qualidade. A captura de imagens também é possível com o avançado sistema de iluminação inteligente da Motorola. Além disso, conta com o recurso Motorola MAX Data Capture, que garante agilidade e precisão na coleta de informações mesmo sob alta demanda de leitura de códigos. Recursos Adicionais de Alta Utilidade Tecnologia de sensores de movimento (MAX Sensor) que detecta orientação do equipamento e quedas. Teclados customizáveis com opções de 28, 38 ou 48 teclas, adaptando-se à realidade da operação. Áudio robusto, com conector resistente e entrada para fones com maior qualidade de voz e durabilidade. Conectividade completa com Wi-Fi (802.11 a/b/g) e Bluetooth 2.1 com EDR, ideal para integração com impressoras e periféricos. Gestão Centralizada e Atualização Facilitada Com suporte às plataformas de mobilidade da Motorola, o MC3190 permite gerenciamento remoto de dispositivos espalhados por diversas unidades, garantindo atualizações rápidas e centralizadas. Além disso, conta com compatibilidade com etiquetas RFID UHF, ampliando ainda mais as possibilidades de rastreamento de ativos. Confiabilidade e Suporte Técnico Especializado A Auticomp oferece assistência técnica completa para o MC3190 e outros equipamentos de automação comercial, com profissionais treinados diretamente pelos fabricantes. São realizados diagnósticos precisos, manutenções corretivas e preventivas, além de treinamentos operacionais para equipes. Também oferecemos contratos de manutenção personalizados, aumentando a durabilidade e o desempenho dos equipamentos ao longo do tempo. O MC3190 é a solução ideal para empresas que precisam de confiabilidade, robustez e desempenho em suas operações internas, seja na indústria, logística ou varejo. Seu design resistente, flexibilidade de sistemas operacionais e recursos de captura de dados fazem dele um equipamento completo e eficiente. Por que optar pela locação do MC3190? A locação do coletor de dados MC3190 é uma excelente alternativa para empresas que desejam reduzir custos operacionais sem abrir mão da tecnologia. Ao alugar o equipamento, o negócio elimina gastos com aquisição, manutenção preventiva e corretiva, além de contar com o suporte técnico especializado da Auticomp durante todo o período de uso. Essa modalidade oferece mais flexibilidade para adaptar o número de coletores conforme a demanda, especialmente útil em períodos sazonais ou durante inventários. Além disso, garante acesso a equipamentos atualizados e prontos para uso, sem comprometer o fluxo de caixa ou demandar investimentos elevados em ativos fixos. Se você busca produtividade e segurança, o MC3190 é o coletor de dados certo para o seu negócio. Confira outros artigos de nosso Blog: https://www.auticomp.com.br/blog Siga a Auticomp no LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/auticomp-automa%C3%A7%C3%A3o Este Blog é uma iniciativa da Auticomp Automação.